Tatá Werneck e Bruno Gagliasso protestam contra assassinato de músico pelo Exército - Lully FM - La Profundidad 88.1

quarta-feira, 10 de abril de 2019

Tatá Werneck e Bruno Gagliasso protestam contra assassinato de músico pelo Exército

Foto: Globo/Ramón Vasconcelos
Bruno Gagliasso, 36, Leandra Leal, 36, Tatá Werneck, 35, Monica Iozzi, 37, e outras celebridades se manifestaram nesta segunda-feira (8) contra o assassinato do músico Evaldo Rosa dos Santos, 46, na tarde de domingo (7), em Guadalupe, zona norte do Rio de Janeiro. O carro onde Santos estava foi alvejado por mais de 80 tiros disparados por militares do Exército.
Investigação do próprio Exército determinou a prisão nesta segunda (8) de 10 dos 12 militares envolvidos no crime.
A atriz e apresentadora Tatá Werneck publicou em seu Instagram a frase “80 tiros não podem ser 1 engano”. Na legenda, ela colocou a hashtag #vidasnegrasimportam e escreveu: “Não venham dizer que é mimimi. ‘Mimimi é a resposta mais fácil daqueles que não querem olhar para um fato. Para um crime”.


Os militares envolvidos no episódio disseram que haviam sido alvo de tiros dos ocupantes do veículo. Amigos das vítimas negam a versão e afirmam que o veículo levava uma família, inclusive uma criança de sete anos. O sogro de Santos e um pedestre que passava no local e tentou ajudar ficaram feridos.
Vídeos publicados nas redes sociais mostram moradores da região criticando os militares logo após os disparos. Eles dizem que o carro da família foi confundido com o de bandidos.
Em suas redes sociais, Leandral Leal questionou a ação dos militares: “Evaldo Rosa dos Santos, 51 anos. Músico. Estava indo com sua família para um chá de bebê. Foi atingido por três disparos. O Exército disparou 80 vezes, de fuzil, contra o carro de Evaldo, que carregava família e amigos. Todas as vidas importam. Até quando? A quem interessa essa política de extermínio?”.
Já Monica Iozzi publicou imagem igual a postada por Tatá Werneck e cobrou uma ação do ministro Sergio Moro, responsável pela pasta da Justiça e Segurança Pública: “Aguardamos o posicionamento do ministro da Justiça”.
Em outra publicação, a atriz e apresentadora questionou o fato de o próprio Exército ser o responsável pela investigação do crime e agradeceu, de forma irônica, o ex-presidente Michel Temer –foi Temer que sancionou lei em que crimes dolosos contra a vida cometido por militares são investigados pela Justiça Militar da União.
“Quando o exército mata civis inocentes, quem investiga o exército? O próprio exército. Obrigada, Michel Temer”, escreveu. Os atores Bruno Gagliasso, Leticia Colin, Débora Falabella e Alice Wegmann também se manifestaram contra o assassinato. Veja abaixo:



#Repost @spartakus • • • 80 TIROS. Foi isso que uma família negra recebeu por apenas existir. Evaldo Manduca, pai e músico, foi assassinado em frente aos seus filhos enquanto toda a sua família foi fuzilada pelo exército em Guadalupe, no Rio de Janeiro. Quantas vezes uma família branca foi morta pelo próprio estado? Que agentes de segurança são esses que ao invés de nos proteger nos exterminam? Que Brasil é esse que vê uma família inocente receber 80 TIROS e não fica indignado? Até quando vão negar o genocídio negro que acontece nesse país? - Militares do Exército mataram o cavaquinista Evaldo Manduca, ex-integrante do grupo de samba Remelexo da Cor, após abrirem fogo contra o carro que o músico dirigia, na tarde deste domingo (7/4) em Guadalupe, zona oeste do Rio. O sogro da vítima, até o momento identificado apenas como Sérgio, também foi baleado durante o ataque. Por pouco, a tragédia não foi ainda maior: além do músico, estavam no veículo sua mulher e seu filho, de apenas sete anos, que não foram atingidos. Mesmo após a confirmação da identidade da vítima, o Comando Militar do Leste, responsável pelo Exército no Rio de Janeiro, segue mantendo a fantasiosa versão de que dois homens teriam atirado contra os militares, que apenas teriam "respondido à agressão". Vídeos que circulam nas redes sociais registram a revolta dos moradores com o ocorrido: “Nós somos trabalhadores e vocês são assassinos”. por @levantenegro
Uma publicação compartilhada por Bruno Gagliasso 🐺⚡️🌳💣🌻 (@brunogagliasso) em




um dois três quatro cinco seis sete oito nove dez onze doze treze catorze quinze dezesseis dezessete dezoito dezenove vinte vinte e um vinte e dois vinte e três vinte e quatro vinte e cinco vinte e seis vinte e sete vinte e oito vinte e nove trinta trinta e um trinta e dois trinta e três trinta e quatro trinta e cinco trinta e seis trinta e sete trinta e oito trinta e nove quarenta quarenta e um quarenta e dois quarenta e três quarenta e quatro quarenta e cinco quarenta e seis quarenta e sete quarenta e oito quarenta e nove cinquenta cinquenta e um cinquenta e dois cinquenta e três cinquenta e quatro cinquenta e cinco cinquenta e seis cinquenta e sete cinquenta e oito cinquenta e nove sessenta sessenta e um sessenta e dois sessenta e três sessenta e quatro sessenta e cinco sessenta e seis sessenta e sete sessenta e oito sessenta e nove setenta setenta e um setenta e dois setenta e três setenta e quatro setenta e cinco setenta e seis setenta e sete setenta e oito setenta e nove BRASIL
Uma publicação compartilhada por Alice Wegmann (@alice.weg) em




#repost @gabidepretas ・・・ 80 tiros contra uma família indo para um chá de bebê! vocês conseguem imaginar qual é a cor do Evaldo e da família dele? em qual área do Rio de Janeiro isso aconteceu? o projeto de genocídio da população negra segue intacto! #Repost @levantenegro with @get_repost ・・・ "Militares do Exército mataram o cavaquinista Evaldo Manduca, ex-integrante do grupo de samba Remelexo da Cor, após abrirem fogo contra o carro que o músico dirigia, na tarde deste domingo (7/4) em Guadalupe, zona oeste do Rio. O sogro da vítima, até o momento identificado apenas como Sérgio, também foi baleado durante o ataque. Por pouco, a tragédia não foi ainda maior: além do músico, estavam no veículo sua mulher e seu filho, de apenas sete anos, que não foram atingidos. Mesmo após a confirmação da identidade da vítima, o Comando Militar do Leste, responsável pelo Exército no Rio de Janeiro, segue mantendo a fantasiosa versão de que dois homens teriam atirado contra os militares, que apenas teriam "respondido à agressão". Vídeos que circulam nas redes sociais registram a revolta dos moradores com o ocorrido: “Nós somos trabalhadores e vocês são assassinos”.
Uma publicação compartilhada por Débora Falabella (@deborafalabellaoficial) em

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Curta nossa página no Facebook, Instagram e Twitter venha fazer parte da família Lully FM!