O rádio é massacrado pela imbecilidade humana
  • O rádio é massacrado pela imbecilidade humana

    Emissora de rádio em uma transmissão esportiva
    O Rádio é sensacional, para quem trabalha no meio, o chamamos de "cachaça", mesmo atuando em TV no paralelo, não conseguimos largar o vício de fazer rádio, de viver uma emissora, de atuar junto aos ouvintes. Nos últimos 10 anos o rádio vive um período bem complicado, fora as gigantes que monopolizam o mercado publicitário, apesar de não terem mais a maioria da audiência, o restante das emissoras, sobrevive a pequenas cotas de publicidade, muitas ficam no zero a zero e outras literalmente no vermelho.
    A Lully FM sofreu a maior queda de sua história ao ser impedida de estar no Rock in Rio 2019, por um erro grotesco de comunicação, entre a direção da rádio e a assessoria de imprensa do evento. Isso só mostra o quanto somos menosprezados até mesmo por colegas de profissão.
    O rádio alcança onde nenhum outro veículo chega até hoje, seja pela web ou no dial, o veículo rádio, ainda é o mais acessado do planeta!
    Pois bem, agora tem mais uma, leia essa...

    A relação entre a CBF e os veículos de imprensa poderá apresentar uma modificação significativa a partir do ano que vem. Uma ideia, que já vinha sendo discutida internamente, ganhou visibilidade após a entrevista do presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, após o jogo contra o Grêmio, no último sábado (6), na Arena.
    Ao questionar a presença de vários veículos de comunicação na cobertura dos jogos, o mandatário corintiano apenas deu visibilidade a algo que vem desagradando não apenas a ele, mas também a outros dirigentes brasileiros. Vice-presidente da CBF, Francisco Novelletto é enfático ao defender que as mudanças já deveriam ser implementadas para 2020:
    — Eu estou falando pela minha cabeça e por mim: no ano que vem, só vai transmitir quem pagar, e está absolutamente certo. Tem que ser como na Copa do Mundo. Eu estou acelerando para que isso seja implementado já no ano que vem e posso dizer que o movimento se acelerou após a entrevista do Andrés. Ele que está puxando, mas já existem outros presidentes que são favoráveis.
    Os valores ainda não foram colocados em discussão, mas a ideia é cobrar não apenas de emissoras de rádio tradicionais, mas também de webrádios, portais, blogs.
    — Os clubes precisam de dinheiro. O dinheiro iria para a CBF, que repassaria para os clubes. É o tal negócio: quem tem competência fica. Lá em São Paulo, existem 50, 60 pessoas participando de uma entrevista, e a maioria não tem compromisso com o que diz. Se a TV paga, por que os demais veículos não podem pagar? — questiona o dirigente.
    A ideia de cobrar por direitos de transmissão não deverá ficar restrita às competições organizadas pela CBF e poderá chegar aos campeonatos estaduais.
    — No caso dos estaduais, cada federação vai definir os seus critérios — revela Novelletto.

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    Fonte: Gaúcha ZH

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