Woody Allen é criticado por classificar Scarlett Johansson como sexualmente radioativa aos 19 anos em autobiografia
  • Woody Allen é criticado por classificar Scarlett Johansson como sexualmente radioativa aos 19 anos em autobiografia

    Scarlett Johansson
    O cineasta Woody Allen vem sendo alvo de críticas pela forma como fala da atriz Scarlett Johansson em sua recém-lançada autobiografia, ‘Apropos of Nothing’ (‘À Propósito de Nada’, em tradução livre).
    Em determinado trecho, ao falar sobre seu primeiro contato com a atriz, quando ela tinha apenas 19 anos, antes do início das filmagens de ‘Match Point’ (2005), ele a classifica como “sexualmente radioativa”, relata o jornal New York Times.
    O trecho em questão afirma: “Ela tinha 19 anos quando fez ‘Match Point’, mas já estava tudo lá: uma atriz empolgante, uma estrela natural de cinema, inteligência verdadeira, esperta e engraçada, e quando você a conhece precisa lutar contra seus feromônios. Ela é não apenas brilhante e engraçada, mas sexualmente é radioativa”.
    Ele termina afirmando que ainda tem planos de contar com Johansson em algumas de suas próximas obras: “Antes que eu morra ou a senilidade chegue e eu fique babando, mas não por ela”.
    Além de ‘Match Point’ (2005), Allen também dirigiu Scarlett Johansson em ‘Scoop - O Grande Furo’ (2006) e ‘Vicky Cristina Barcelona’ (2008). Sobre o filme ambientado na Espanha ele afirma que o encontro de Johansson com Penelope Cruz no set fez com que a “valência erótica das duas mulheres fossem ao cubo”.
    No livro o diretor ainda diz que a atriz Naomi Watts “tem os dentes mais sexy do show business”, que a atriz Christina Ricci é “completamente desejável”, que a atriz Emma Stone é divertida para se olhar e que a atriz Rachel McAdams vale “um milhão de dólares de qualquer ângulo”.
    Allen é acusado de abuso sexual por sua filha adotiva com a atriz Mia Farrow, Dylan Farrow. Ela já falou mais de uma vez publicamente sobre o suposto episódio ocorrido em sua infância, após uma visita do diretor à casa de sua mãe. Ela tem o apoio constante do irmão jornalista Ronan Farrow, mas seus relatos são confrontados pelo irmão Moses Farrow. Woody Allen também nega as acusações.
    O livro do diretor também apresenta acusações contra o ator Timothee Chalamet, dizendo que ele o renegou e tornou público seu arrependimento em trabalhar com diretor para que tivesse mais chances na disputa do Oscar de 2018.
    O cineasta e o ator trabalharam juntos na comédia ‘Um Dia de Chuva em Nova York’ (2019). No entanto, antes mesmo do lançamento do filme, Chalamet expôs seu arrependimento e disse que estava doando o salário recebido por ele pelo filme para instituições de caridade por conta das acusações de abuso sexual contra o diretor.
    Na época, Chalamet havia acabado de filmar a comédia dirigida por Allen quando foi indicado ao Oscar na categoria de Melhor Ator por eu trabalho em ‘Me Chame Pelo seu Nome’ (2017) - a estatueta acabou sendo entregue ao ator Gary Oldman por seu trabalho no drama de época ‘O Destino de Uma Nação’ (2017).

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    Fonte Revista Monet 

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