Governadores se comportam como hienas
  • Governadores se comportam como hienas

    Ilustração
    Governadores criados por mentores políticos oportunistas se comportam como hienas, que, para sobreviver, se aperfeiçoaram em roubar as caças de outros animais. O comportamento das hienas políticas não poderia ser diferente, consiste apenas em dilapidar os bens públicos e extorquir os contribuintes.
    Governadores eleitos, com excelente presença de palco, são covardes por despertarem o amor do povo mesmo não tendo a menor intenção de amá-lo, deixando apenas como legados para a sociedade o ódio e a ingovernabilidade. Infelizmente o silêncio de boa parte da população contribuiu para se instaurar um terreno fértil para a prática da iniquidade.
    Atribui-se a Abraham Lincoln a seguinte frase: “Pecar pelo silêncio, quando se deveria protestar, transforma homens em covardes”. Essa frase, muito atual para o momento político que vivemos, remete-me para uma interessante história.
    Havia um grande muro separando o céu do inferno. De um lado do muro estavam os anjos, enquanto do outro estavam seus demônios e todos os humanos que não servem a Deus. E em cima do muro haviam pessoas indecisas. Do lado de Deus todos chamavam e gritavam sem parar para que as pessoas descessem do muro.
    Para surpresa dos demônios, só havia silêncio do lado deles. Inconformados com a situação, alguns demônios foram ao seu mestre e perguntaram se podiam preparar cartazes e equiparar forças com o lado do céu. Dessa forma, aqueles que andavam em cima do muro poderiam escolher o lado do inferno. Grande foi a surpresa quando Satanás respondeu, após um longo sorriso: Vocês ainda não entenderam, o muro é MEU!!!
    Cidadãos que se mantiveram em cima do muro contribuíram para que políticos corruptos desviassem dinheiro público, para que investimentos fossem realizados em refinarias em outros estados, mesmo sabendo que não teriam viabilidade econômica, para que bilhões e mais bilhões fossem desperdiçados em estádios que nunca mais serviriam a seus propósitos, e, acima de tudo, contribuíram para que a transferência de riquezas do Brasil alimentasse regimes políticos genocidas em países vizinhos.
    Da mesma forma, cidadãos que se mantiveram em cima do muro contribuíram para que milhares de analfabetos funcionais se formassem nas escolas públicas e milhares de inocentes morressem silenciosamente em hospitais públicos por falta de recursos.
    A Busca desesperada por protagonismo nacional tem levado os Estados à Falência por um simples motivo, os governadores, diferente do Presidente, não se cercaram de técnicos competentes a sua volta, mas de bajuladores e políticos comprometidos com seus interesses pessoais, motivo pelo qual sangram inescrupulosamente os cofres públicos.
    Cada real mal investido pelo gestor público acaba por obrigar o profissional de saúde a escolher quem vive ou quem morre, quando dois pacientes chegam ao mesmo tempo e se encontra disponível uma única vaga no CTI. Obrigar um profissional a fazer essa escolha é o ato mais covarde que o gestor público pode impor a um ser humano que trabalha dia após dia, no limite de exaustão, para salvar vidas, sem salário digno, sem equipamento de segurança e condições mínimas de trabalho.
    Nenhum líder político vencerá essa batalha lutando sozinho. São muitas as hienas políticas gordas e famintas que se perpetuam no poder por gerações. O tempo que se aproxima exige que o cidadão de bem mostre pelo menos os dentes, ou seremos todos destruídos.

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    Paulo Xavier, eleitor arrependido de Wilson Witzel

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