Nathalia Dill confessa não gostar de se ver atuando: "Vergonha"
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    Nathalia Dill
    Treze anos depois sua estreia em Malhação, em 2007, Nathalia Dill carrega um currículo e tanto. Passando por projetos como Paraíso, Cordel Encantado e a mais recente A Dona do Pedaço, a atriz celebra estar atualmente no ar com três de seus trabalhos: Mesmo que só por alguns dias, Avenida Brasil e Êta, Mundo Bom! se encontraram na programação do Vale a Pena Ver de Novo, trazendo Nathalia em dose dupla nas tardes da semana. Ao mesmo tempo sua temporada de Malhação é exibida no canal pago Viva!
    De casa, a atriz conversou com a revista Quem e brincou sobre a coincidência: "´E ótimo estar no ar e descansada, não ter que fazer nada, essa parte é boa".
    Apesar das reprises no ar, a atriz confessou não gostar de assistir a seus trabalhos antigos por conta de sua atuação, que ela acaba deixando de gostar depois de um tempo. "Não gosto de ver nada, tudo dá uma vergonha. Eu não sei o que é porque enquanto eu estou fazendo e assisto, eu gosto. Mas depois que passa um ano… É por causa da atuação, é complicado, eu não fico muito confortável. E os outros atores acho geniais. Fui mostrar pro Pedro cenas de Paraíso, que foi a primeira novela que eu fiz depois de Malhação, e ficava ‘meu Deus…’, contou durante o papo.
    Seu último trabalho da TV foi a vilã Fabiana de A Dona do Pedaço que ela, atualmente, considera ter sido seu maior papel.
    "Eu fiquei muito feliz com a personagem e com a novela. Não sei dizer qual o meu melhor personagem, mas sei que a Fabiana foi o maior, o mais popular. Ela tinha bordão que as pessoas repetiam, tinha uma coisa muto popularesca", vibrou, contando que, apesar da quarentena, já pretendia dar uma pausa na carreira depois do grande sucesso da vilã.
    Mesmo com uma série de protagonsistas no currículo, Nathalia fez questão de pontuar a importância de participar de um projeto tão marcante quando Avenida Brasil, em que sua personagem é até hoje lembrada apenas como 'a namorada do Jorginho'.
    "Não era meu maior personagem em termos de trama, era o menor que tinha feito, mas a projeção do projeto foi tão gigantesca... O que me marcou na época foi que pessoas de vários nichos falaram ‘eu não vejo novela há 10 anos e voltei a ver e estou amando’. Aí eu comecei a entender que a novela é uma linguagem nossa, do nosso país. Nenhum outro país tem essa linguagem tão forte e tão potente que a gente produz e exporta muito. É uma coisa maravilhosa que a gente tem. Todo mundo quer ver e quer gostar da novela. Entendi que a gente tem que ter muito orgulho. Hoje tem uma coisa meio de 'queremos fazer série', mas são linguagens diferentes. A gente pode produzir séries maravilhosas também, mas não tem que parar de fazer novela, que é uma linguagem nossa e que a gente domina. Somos muito grandes nisso e temos que dar valor e honrar. É muito difícil uma mesma linguagem dar conta desse país inteiro, gigantesco e plural. Como faz uma obra que dialoga com um país desse tamanho? Aí foi caindo a minha ficha do que poderia ser uma novela", afirmou.

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    Fonte Revista Quem

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