TVs criam estratégia para que instituto de medição da audiência baixe valores
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    Audiência da TV
    Em meio à crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus, as TVs abertas passaram a buscar saídas para driblar a queda dos anunciantes e, com isso, estão sendo obrigadas a cortar custos, baixar salários, enxugar o quadro de funcionários e até cancelar produções de programas. Agora, o planejamento dos cortes chegaram até na medição de audiência.
    De acordo com a coluna de Ricardo Feltrin, do Uol, as emissoras, visando diminuir os gastos também com os seus prestadores de serviço, passaram a conter a verba destinada para a aferição dos pontos de audiência, pagos para o Kantar Ibope Media.
    No Paraná, por exemplo, Band e Record locais já cancelaram o serviço de realtime, que mede a audiência em tempo real, como informou a coluna do Leo Dias. Através deste recurso, os canais podem analisar qual daquelas atrações exibidas estão dando certo ou não.
    O movimento pela redução do serviço começou no Paraná, mas a previsão é que seja estendido para pelo menos outras 15 regiões metropolitanas do país, inclusive para as chamadas cabeças de rede e também às muitas afiliadas, inclusive da Globo, que estão com problemas nas contas de caixas.
    Os canais esperam que, com essa pressão, o instituto sinta-se obrigado a diminuir o valor cobrado para a divulgação dos números de audiência tanto no consolidado quanto no realtime.
    Executivos das emissoras ouvidos pela coluna sob anonimato asseguram que, caso o Kantar não ofereça o desconto, os canais pretendem cancelar os serviços de aferição em tempo real, pelo menos por enquanto.
    Não há informações concretas sobre o valor que cada emissora paga para ter o serviço, mas sabe-se que há uma variação entre as TVs comerciais e as de nicho, como as pagas.
    Procurado, o Kantar Ibope Media disse que “por questões contratuais e de confidencialidade, não comenta detalhes das negociações com seus clientes”.

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    Fonte Rd1

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