O jornalismo brasileiro merece ser punido pela produção de notícias falsas?
  • O jornalismo brasileiro merece ser punido pela produção de notícias falsas?

    Ilustração
    Nunca se odiou tanto no Brasil como nos últimos anos. Quem se beneficia com isso? O ódio disseminado entre nós é o pior legado da imprensa para o país. Divisões de classes, raça e orientação sexual foram criadas e incentivadas, permitindo que feudos políticos fossem construídos em cima do discurso do ódio.
    A imprensa, contrária ao porte de armas, nomeia movimentos como democráticos que destroem propriedades privadas e queimam a bandeira do país. Incentivam a prática do aborto, mas querem salvar vidas. Esse comportamento esquizofrênico e contraditório não contribui para a estabilidade emocional tão necessária para o momento do país.
    O jornalismo das maiores mídias incentiva as ofensas e divulgação de notícias sabidamente falsas que desinformam o povo brasileiro. As notícias são fabricadas com o claro propósito de enganar o público e levar o medo que paralisa, que deprime e mata o cidadão de bem. Dessa forma, apresentamos o primeiro questionamento: Por que tanta maldade é fabricada sem trégua contra o povo brasileiro?
    Em 2018, de acordo com a revista Forbes, os principais executivos que comandavam a imprensa no país faziam parte de um pequeno grupo de bilionários com ativos que superam a casa dos 50 bilhões de reais. Então podemos afirmar que era um negócio muito lucrativo. Sendo assim, diante desse fato, apresentamos o segundo questionamento: Esse mesmo negócio continua sendo lucrativo quando não há o investimento do dinheiro público através das propagandas?
    Com a diplomação do Presidente Jair Bolsonaro os financiamentos bilionários do Governo Federal secaram, condenando as poderosas famílias que comandam o jornalismo no Brasil a sobreviverem com o resultado exclusivo do seu trabalho, sem as antigas facilidades que as relações amistosas com o poder proporcionavam.
    Diferente do combalido empreendedor brasileiro, que luta diariamente contra o poder público que o trata como inimigo, resta evidente que os donos da grande mídia no Brasil, ao brigarem com o poder público, estão se mostrando absolutamente incompetentes para se manterem lucrativos, em um mercado cada dia mais competitivo.
    Apresentamos o terceiro questionamento: Qual a estratégia utilizada pela grande imprensa para buscar manter a sua lucratividade, apesar da redução significativa do aporte do dinheiro público, e disputar com a mídia independente que desmente diariamente as informações falsas veiculadas, reduzindo a credibilidade das redes de televisão?
    O que se identifica como estratégia jornalística é a prática da chantagem, da mais barata, aos governantes, somada a tentativa de eliminação dos concorrentes, que, coincidentemente, foram alvos de investigações promovidas pela Polícia Federal pelo simples fato de manifestarem a favor do Presidente legitimamente eleito.
    Para todos os questionamentos faz-se necessário analisar a seriedade do jornalismo no momento atual do país. O cidadão de bem aprendeu a identificar e diferenciar uma notícia desagradável, uma notícia mal escrita ou mesmo um erro jornalístico de uma notícia falsa que humilha e promove a injustiça. Lamentavelmente essas notícias falsas invadiram as nossas casas.
    Uma vez identificados os autores que promovem a chantagem e a veiculação de notícias falsas, qual a punição adequada que a sociedade civil organizada deve aplicar? Ou existe violação sem castigo?
    Primeiramente contarei uma excepcional história sobre o poder da sociedade civil organizada e como ela pode aplicar punições àquelas empresas que incentivam a injustiça e torcem para a falência dos valores morais do país.
    Em Montgomery, capital do Alabama, as primeiras filas dos ônibus eram, por lei, reservadas para passageiros brancos. No dia 1° de dezembro de 1955, Rosa Parks tomou um desses ônibus a caminho do trabalho para casa e sentou-se num dos lugares situados ao meio do ônibus. Quando o motorista – branco – exigiu que ela e outros três negros se levantassem para dar lugar a brancos que haviam entrado no ônibus, Parks se negou a cumprir a ordem. Ela continuou sentada e, por isso, foi detida e levada para a prisão.
    O protesto silencioso de Rosa Parks propagou-se rapidamente e um boicote deu início contra a utilização dos ônibus urbanos, como medida de protesto contra a discriminação racial no país. Martin Luther King Jr. foi um dos que apoiaram a ação.
    Milhares de negros se recusaram a tomar ônibus a caminho do trabalho e as empresas de transporte coletivo começaram a ter prejuízos cada vez maiores. No dia 13 de novembro de 1956, a Corte Suprema norte-americana aboliu a segregação racial nos ônibus de Montgomery.
    Os brasileiros, cumpridores da Lei e tementes a Deus, não aceitam mais as reportagens mentirosas veiculadas nacionalmente. Portanto, dentro das possibilidades de enfrentamento sem violência, boicotar todas as empresas que anunciam seus produtos nesses conglomerados de comunicação, que veiculam notícias falsas, parece ser a punição mais adequada.
    Da mesma forma que se combate o crime organizado congelando seus bens, vamos combater as mentiras aplicando uma severa sanção nas finanças dessas empresas, reduzindo drasticamente suas receitas.
    Basta, para isso, que as vítimas das informações falsas se manifestem contrariamente, em todas as redes sociais, às empresas que aportam dinheiro, através de propaganda, nos jornais, revistas e televisão que promovem a mentira.
    Está na hora de buscarmos uma vida mais plena, mais consciente sobre o dia de hoje, sobre o que pode ser feito agora que ecoará positivamente pela eternidade ou, pelo menos, não nos fará sentir vergonha quando formos confrontados pela consciência.
    O Governo Federal vem fazendo a sua parte. E o que o cidadão de bem pode fazer pelo país? A hora exige muito mais compromisso e sacrifício de nossa parte do que de Likes e simples encaminhamentos de mensagens.

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    Sentimentos do Povo - Paulo Xavier 
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