Renato Gaúcho tenta justificar o não uso de máscara em ida à praia no Rio
  • Renato Gaúcho tenta justificar o não uso de máscara em ida à praia no Rio

    Foto: JC Pereira/Ag. News
    Renato Gaúcho aguarda um sinal do Grêmio para voltar a Porto Alegre. Só que espera ter uma atribuição no Centro de Treinamentos Presidente Luiz Carvalho. Ou seja, que consiga dar os treinos táticos e técnicos ao grupo.
    Ainda no Rio de Janeiro, o ídolo tricolor foi flagrado à beira da praia no domingo sem máscara. Nesta segunda-feira, o clube divulgou nota na qual afirma que não entrará no assunto, pois o trata como "foro privado". Em contato com nossa redação, Renato diz que, nas condições atuais, não tem função em Porto Alegre.

    "Eu sou grupo de risco? O mundo todo é, todo mundo corre risco com esse vírus. Não tenho função aí (Porto Alegre)" (Renato)
    O técnico gremista está há 99 dias na capital carioca com a família
    , desde quando o futebol parou. Só que o Tricolor, às vésperas do retorno dos trabalhos, disse que Renato permaneceria no Rio por ser grupo de risco em relação ao coronavírus. Ele realizou duas cirurgias cardíacas desde o ano passado.
    - Estou há três meses em casa e abriram as praias há três semanas. Ontem (domingo) fui dar um mergulho e fiquei lá 40 minutos. Parece que o planeta está de cabeça para baixo! Mas eu sou grupo de risco? O mundo todo é, todo mundo corre risco com esse vírus - disse Renato.
    A ideia era permanecer isolado para evitar contrair a infecção pelo coronavírus. Porém, no último domingo, acabou fotografado na praia com amigos. O que já tinha ocorrido anteriormente, ainda durante a pandemia.
    A cidade do Rio de Janeiro possui regras de isolamento social, mas possibilita a prática de atividades no mar, como surfe. O decreto municipal proíbe as pessoas de ficarem na areia.

    "Eu dependo dos protocolos para voltar. Enquanto não tiver os coletivos, serei mais um perambulando por aí".
    O Grêmio assegura que Renato não retornou aos treinos com o grupo por uma questão médica. O técnico que garante não quebrou a hierarquia e afirma que o protocolo impede que exerça sua função.
    - Eu não tenho o que fazer aí (Porto Alegre). Tem os protocolos. Eu falo com o presidente direto. E se ele mandar eu voltar, eu vou amanhã. Mas aí eu não tenho função. Estão meus dois auxiliares quase sem ter o que fazer, aí ficará mais eu. Isso se não travarem mais as coisas. Afinal, agora trocaram a bandeira - declara.
    No último sábado, o governo do Rio Grande do Sul atualizou as regras de distanciamento social e colocou Porto Alegre na bandeira vermelha. Assim, os treinos na cidade deveriam ser suspensos, mas o prefeito Nelson Marchezan Jr. manteve liberada a atividade para os clubes de futebol.

    Veja a nota emitida pelo Grêmio:


    "O Grêmio FBPA desde o início da pandemia do Covid-19 vem orientando seus colaboradores sobre cuidados necessários para barrar eventual contágio, além de implementar rígidos protocolos médicos e sanitários, seguindo todas as determinações das autoridades municipal e governamental, para preservar a integridade física de atletas, integrantes da comissão técnica e funcionários em geral.
    Seguindo esta referência de procedimentos adotados pela instituição, o técnico Renato Portaluppi está sendo mantido, por recomendação médica, em isolamento social no Rio de Janeiro, onde reside. Neste sentido, mesmo não cabendo ao Clube responder por atividades de foro privado praticadas por seus profissionais, a instituição reitera que determinou a todos rigor e atenção à observância dos mesmos procedimentos sanitários estabelecidos para cumprimento no Centro de Treinamentos e fora dele".


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    Fonte Globo Esporte

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