Chefe do Twitter cita o caso Bolsonaro: 'Não está acima da regra'
  • Chefe do Twitter cita o caso Bolsonaro: 'Não está acima da regra'

    Fiamma Zarife
    “Hashtag medo” Foi com essa frase que a diretora-geral do Twitter Brasil, Fiamma Zarife, 48 anos, nos recebeu para esta entrevista via Zoom. Filha de um radialista conhecido – quem não se lembra da vinheta esportiva “Brasil-il-il”, gravada nas eliminatórias da Copa de 1970 por Edmo Zarife? – e de uma professora, passou a infância com a cara enfiada nos livros, enquanto seus amigos brincavam na rua. Formada em publicidade e propaganda pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com pós-graduação em marketing pela PUC-Rio e cursos de especialização na Singularity University e no Massachusetts Institute of Technology (MIT), sonhava ser editora-chefe de telejornal. Mas a vida tomou outro rumo quando, ainda na faculdade, se encantou pela possibilidade de atuar no mundo dos negócios. Mais tarde, com a chegada da internet, foi fisgada pela chance de desvendar algo novo e, mais uma vez, recalculou sua rota. À frente do Twitter Brasil desde 2017, Fiamma é parte importante no voo do pássaro azul mais popular do planeta (só nesta pandemia, foi contabilizado um crescimento de 36% no número de usuários).
    Mais do que uma rede social de entretenimento, a plataforma que comanda é um expoente na transparência e na divulgação de informações e funciona hoje como um retrato da sociedade contemporânea. Ponha nessa conta punições a chefes de estado, caso do presidente Jair Bolsonaro, que teve dois tuítes excluídos da rede depois de contrariar as normas de segurança da Organização Mundial da Saúde durante a pandemia do novo coronavírus; notificações sobre conteúdos duvidosos; e uma limpa que, de 18 de março a 11 de maio, tirou do ar 4,4 milhões de contas automatizadas, todas relacionadas à Covid-19. “O critério para validar essas punições está nas parcerias de conteúdo e dados compartilhados por órgãos oficiais. Informações confiáveis vêm de veículos como vocês, emissoras, rádios”, afirma.
    Radicada em São Paulo desde 2008, essa niteroiense saudosa, mãe de uma menina de 16 anos e um menino de 9, que trabalhou em empresas como Banco Boavista, Oi, Claro e Samsung, prefere falar do lugar corporativo do que vasculhar memórias. O restante da matéria com perguntas e respostas estão postados no site da revista Marie Claire, clique e veja!

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