Luma de Oliveira elege seus dois momentos mais icônicos na Sapucaí
  • Luma de Oliveira elege seus dois momentos mais icônicos na Sapucaí

    Luma de Oliveira
    Nos últimos dias, Luma de Oliveira virou notícia ao arrematar (num leilão) por R$ 15 mil a bandeira do projeto Bailado Solidário, uma iniciativa que visa comprar de cestas básicas para mestres-sala e porta-bandeiras. O pavilhão é assinado por todos os casais do Grupo Especial do carnaval carioca. Em entrevista exclusiva à ELA, a ex-modelo e eterna rainha de bateria contou que "a bandeira tem um grande valor simbólico".
    “Sou encantada com a função de porta-bandeira e mestre-sala tem no desfile. Quando eles passam na Avenida, meu mundo para só para vê-los. Além das assinaturas de todos os casais, O objetivo da compra do pavilhão é ajudar quem está vulneráveis nessa fase difícil. Esse ato me comoveu muito, quis estender as mãos do jeito que pude”, disse Luma.

    Luma de Oliveira
    "Achei bem oportuno a Luma arrematar o leilão não apenas pela incrível generosidade dela, que poucos conhecem, mas sobretudo pelo fato de que ela é simplesmente a rainha mais icônica e consagrada do carnaval (com todo respeito as outras) e merece ter essa lembrança tão especial que sabemos que ela vai expor na casa dela com amor e carinho", comentou Lucinha Nobre, porta-bandeira da Portela.
    "A Luma é digna do título de maior rainha da história do carnaval! Além de contribuir com cestas de mantimentos e de limpeza, ela deu esse baita lance no leilão da bandeira! Essa dela está ajudando a muitos mestres-Sala e porta-Bandeiras", acrescentou Marcella Araújo, porta-bandeira do Salgueiro.

    Vinicius Pessanha, mestre-sala da São Clemente, fez coro: "Fico muito feliz em saber que a bandeira foi para uma pessoa que ama e respeita a nossa arte. Luma tem uma história linda dentro do carnaval e agora faz parte da história de cada um dos mestres-sala e porta-bandeiras".

    Momentos icônicos

    A pedido da ELA, Luma de Oliveira elegeu seus dois momentos mais icônicos na Sapucaí. O primeiro foi sua estreia à frente de uma bateria, em 1987. Depois de sair na ala de passistas da Portela, ela foi alçada ao posto de madrinha de bateria da Capichosos de Pilares. "Foi a realização de um sonho estar naquele lugar. Já saía perto da bateria desde os tempos em que eu desfilava em bloco, e frequentava as quadras das escolas no dia do ensaio dos ritmistas, mesmo saindo em ala. Foi realmente importante. A consequência é uma outra história", relembrou.

    Luma de Oliveira
    O segundo destaque aconteceu em 2001, quando se ajoelhou na Avenida com a bateria em peso da Viradouro. "Estávamos reverenciado o sambódromo e o povo. Era um contexto muito bonito, uma homenagem. Reverência ao samba".

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    Fonte Jornal O Globo

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