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Agora empresária de moda, Fiorella Mattheis deixa atuação em segundo plano: 'Hoje, sou CEO'

Fiorella Mattheis
Fiorella Mattheis já passou por muitas fases da moda. Foi modelo, usou uma roupa para ajudar a contar uma história numa novela ou parar o tapete vermelho e agora assume seu lado empresária ao lançar a Gringa, uma espécie de brechó digital que reúne peças de suas amigas famosas de marcas como Chanel, Hermès e Michael Kors.
"Recebemos produtos do Brasil inteiro, todos passam por nossa curadoria. Para a loja, escolhemos as peças mais importantes e icônicas, porém, a reposição é diária... Então, toda hora tem novidade! Trabalhamos com marcas gringas de luxo. Minhas amigas famosas participaram e participam do nosso leilão 100% beneficente semanal. Em seis meses, já doamos quase duzentos mil reais! É incrível", diz a atriz.
A seguir, Fiorella fala sobre sua relação com a moda e que a atuação não é mais seu plano A.

Confira: 

Como é sua relação com a moda hoje?

Fiorella Mattheis: A moda é presente em minha vida desde os 14 anos, quando comecei a trabalhar. Faz parte de mim! Depois que fui para a televisão, aos 18, a moda seguiu comigo em revistas, editoriais, campanhas e eventos.

Como é seu lado business woman?

Fiorella Mattheis: Sou uma amante da moda querendo contribuir para o lado mais legal e ressignificar seus valores. Acredito que a moda pode ser sustentável, circular, transparente e democrática.

Como é seu envolvimento com moda?

Fiorella Mattheis: Diria que está mais profundo. Há alguns anos, venho me questionando sobre a moda e o consumo desenfreado. Quantos anúncios eu já fiz também e promovi isso. Estamos acordando e despertando nossa consciência sobre consumo sustentável. Um lado alimenta o outro. Hoje, escolho com mais critério para quem empresto a minha imagem. Essa moda precisa estar coerente com meu momento atual de consumo: seja pelo lado sustentável, seja pela transparência com materiais usados, como empregam e cuidam de seus funcionários, qual é o give back dessa empresa. Quero consumir e vestir a moda sustentável. Esse réveillon por exemplo, escolhi passar com um vestido comprado em second hand e que eu já tinha usado e postado. Aos poucos vamos quebrando esses preconceitos.

É consumista?

Fiorella Mattheis: Sou consumista mediana. Aliás, nunca fui mega consumista. Continuo igual, mas agora escolho de onde vem e pra onde vão as minhas roupas/consumo.

Por ser atriz, acredita que o caminho no mercado de moda foi mais fácil?

Fiorella Mattheis: Empreender não é fácil. Tenho um dia a dia que ninguém tá nem ai se eu sou famosa ou não. Preciso mostrar resultado! É isso que investidor quer e é só assim que a gringa vai chegar onde eu quero. Trabalho duro e diário. Minha experiência com mídias e meus seguidores a gringa, é importante por start, mas a empresa não vive só disso (risos) e precisa ser muito maior do que “a Fiorella”.

A marca acabou virando também parte importante de seus rendimentos. Entrou por dinheiro no meio ou por amor a moda?

Fiorella Mattheis: Entrei pelo dois! Sou uma pessoa que trabalha com paixão e ambição. Fundei a gringa por estudar e conhecer o tamanho do mercado de second hand, leio diariamente sobre isso e tenho total clareza de onde quero chegar com a empresa. Começamos há apenas seis meses e reinvestimos 100% do nosso caixa.

Quem são suas referências em moda?

Fiorella Mattheis: Chanel e Yves Saint Laurent. Gosto da moda que não é modismo, prefiro as peças perenes e universais. Alfaiataria, vestidos de princesa, corte mais reto e moderno e o básico jeans e camiseta branca.

E como fica a carreira de atriz agora?

Fiorella Mattheis: Saí do multishow no final de 2019 para me dedicar a gringa em 2020. No meio, veio a pandemia em que as produções pararam e meu projeto com GNT também. De ato pude mergulhar na empresa. Hoje, sou CEO e já tenho uma rotina operacional/estratégica e estou realmente feliz e motivada. Dizer que nunca mais é muito forte, mas no momento quero me dedicar 100% à Gringa e conciliar meus clientes de publicidade e redes sociais. O momento atual é de relação de mãe e filho recém-nascido. Vejo tudo, participo de tudo e quero estar presente em tudo. Deixa-a crescer um pouquinho.

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Fonte Jornal O Globo/Gilberto Júnior

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