• Empresario que processou Emerson Sheik, tem o caso parado a 1 ano

    Emerson Sheik
    No verão de 2018, Sheik alugou por R$8 mil uma mansão para desfrutar durante um período de descanso e poder também estacionar a sua lancha. Não havia acordo assinado entre o Jogador e o dono da mansão. Jair Felicio que não se importou com a assinatura por ser uma pessoa próxima de confiança da sua filha e tudo foi acertado por WhatsApp. Além do aluguel, Sheik ficou responsável pelo pagamento de condomínio, taxas, impostos, dos encargos trabalhistas de uma funcionária que trabalhava na casa de arrumadeira. O empresário afirma que Emerson Sheik começou atrasar os pagamentos e depois de diversas tretas deixou o imóvel no inverno de 2019, sem realizar o tradicional protocolo de vistoria e também não fez a devolução da chave, o qual fez com que Jair Felicio procurasse pelos seus direitos na justiça.
    O valor somado cobrado pelo dono da mansão, chega a ser R$93 mil, de acordo com a Fábia Oliveira do jornal O Dia, que corresponde a multas pelos atrasos, quatro meses de aluguéis não quitados (incluindo o período que o jogador já não estava no imóvel, mas não havia devolvido as chaves), além de IPTU dos dois últimos anos, impostos governamentais e encargos trabalhistas da funcionária, como férias vencidas e o salário do mês de junho de 2019.
    A coluna procurou a assessoria de Emerson Sheik e não obteve a resposta até o fechamento desta edição.

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    Gutemberg Vieira

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