Flávia Viana chora e se desculpa por post sobre Covid-19 pago pelo governo

Flávia Viana chora e se desculpa por post sobre Covid-19 pago pelo governo

Flávia Viana

A ex-BBB Flávia Viana usou seu Instagram para pedir desculpas por fazer propaganda sobre  tratamento precoce para a Covid-19. No stories do Instagram, ela postou uma série de vídeos (abaixo) chorando após ter confirmado à nossa redação ter recebido dinheiro do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para divulgar a procura por "atendimento precoce" contra a doença em sua redes sociais - além dela, João Zoli, Jéssika Taynara e Pam Puertas também teriam sido remunerados por posts sobre o tema.
"Não me meto com político, acho que o que os governantes fazem com a gente é fazer todo mundo de palhaço, eu tenho nojo de falar de quem governa do nosso país. Não me interpretem mal, minha intenção foi de alertar e de cuidar", lamentou Flávia nesta quarta-feira (31). "Minha intenção ao fazer o trabalho foi única e exclusivamente ajudar. Intenção de cuidado com as pessoas que me assistem. Não acredito em tratamento precoce dessa doença tão louca que está espalhada por aí", disse ela, que teria recbido R$ 11,5 mil por um publicação feita no dia 14 de janeiro.

Chorando muito, a influencer e jornalista disse que nunca teve seu nome envolvido em polêmicas. "Se tem uma coisa que eu prezo muito é pela minha verdade. Eu canso de  negar um monte de trabalhos de marcas em que eu não acredito. Se estou aqui hoje, é porque tenho milhões de seguidores que acreditam no meu trabalho", disse Flávia. "Estou muito nervosa, talvez não fosse o momento de estar aqui falando, mas não vejo outra forma e não quero esperar", desabafou ao prantos.
"Em janeiro, a minha equipe foi procurada para a gente fazer um trabalho de divulgação dos cuidados que a gente teria que ter com a Covid-19, e os trabalhos incluíam máscara e álcool gel, tudo que a gente tem falado desde o começo dessa pandemia", relatou ela. "E a minha intenção ao fazer esse trabalho foi única e exclusivamente ajudar. Foi uma intenção de cuidado com as pessoas que me assistem, cuidados com vocês", garantiu ela.
"Eu não acredito em tratamento precoce dessa doença tão louca que está espalhada por aí. Vidas estão indo embora, a gente está em um momento muito sério e eu também estou nesse momento", afirmou Flávia. "Graças a Deus eu tenho aqui (o Instagram) para falar diretamente com vocês. Por favor não me interpretem mal, estou muito tirste de ter recebido algumas ligações de jornalistas. Não me meto com político acho que os governantes fazem com a gente é fazer todo mundo de palhaço, eu tenho nojo de falar de quem governa do nosso país. Não me interpretem mal, minha intenção foi de alertar e de cuidar", desabafou. 

ENTENDA

A ex-BBB Flávia Viana e os influenciadores João Zoli, Jéssika Taynara e Pam Puertas teriam recebido dinheiro do governo do presidente Jair Bolsonaro para divulgar a busca por "atendimento precoce" contra a Covid-19 nas redes sociais. De acordo com a reportagem da Agência Pública, 23 mil reais dos cofres públicos foram destinados aos cachês dos famosos para realizar a campanha em janeiro deste ano.
Conforme os documentos obtidos pela reportagem, Flávia, que participou do BBB7, teria recebido R$ 11,5 mil. "Se vocês sentirem os sintomas do Covid, que são: dor de cabeça, febre, tosse, cansaço, perda de olfato ou paladar, é muito importante que você procure imediatamente um médico e solicite um atendimento precoce, atenção, eu disse atendimento que significa procurar ajuda antes que piorem, é essencial para maiores chances de recuperação, viu?", escreveu ela na publicação, feita em 14 de janeiro
João Zoli também confirmou ter feito uma publicação para o Ministério da Saúde, mas negou o recebimento de cachê de 23 mil reais - a reportagem indicou que o valor se tratava do total investido nos cachês de influenciadores. "Depois pergunta para eles qual conta caiu 23 mil reais... Na minha não foi não! Fiz um post para o Ministério da Saúde, sim. Alertando as pessoas de ficaram em casa", afirmou ele à nossa redação.


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Fonte Revista Quem

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