Resumo do Brasil em mais um dia de Olimpíadas do Japão

Resumo do Brasil em mais um dia de Olimpíadas do Japão

Foto: REUTERS/Valentyn Ogirenko

Em um dia de duas medalhas, a delegação brasileira terminou o domingo de Olimpíadas empolgada pelo desempenho de Rebeca Andrade na ginástica artística. Com apresentações destacadas no salto e no solo, ao som de “Baile de Favela”, a brasileira terminou com a segunda melhor soma de notas, apenas atrás de Simone Biles.

Ainda na ginástica, Flávia Saraiva superou as dores no tornozelo e comemorou a classificação para a final na trave. As duas são as únicas representantes femininas na ginástica brasileira em Tóquio e brigam por medalhas.

Nas quadras, o maior feito ficou com a França, que derrotou os Estados Unidos no basquete masculino, impondo o primeiro revés olímpico para os americanos em quase duas décadas. O time dos sonhos começa Tóquio com pesadelos. 

Baile de Rebeca

Rebeca Andrade acabou como o grande nome brasileiro da ginástica neste domingo, em Tóquio. Com um desempenho em altíssimo nível, com destaque para a apresentação no solo com “Baile de Favela”, a ginasta brasileira se classificou para três finais.

Além de disputar a medalha no solo e também no salto, Rebeca Andrade tentará o pódio no individual geral e vai à decisão sob grande expectativa. A brasileira somou 57.399 pontos e terminou na segunda colocação, apenas 0.032 atrás da estrela Simone Biles, dos Estados Unidos.

Susto e alívio

Ainda na ginástica, Flávia Saraiva viveu emoções contraditórias durante a rotação desde domingo. Depois de um susto ocorrido na apresentação do solo, a ginasta terminou o dia comemorando a classificação para a final da trave de equilíbrio. 

Flavinha apostou tudo na vaga para a trave. Quando se apresentava no solo, a brasileira sentiu uma antiga lesão no tornozelo e desistiu de competir no salto.

A ginasta terminou em nono na trave e assegurou a vaga na decisão pelo fato de a China ter três ginastas entre as oito melhores na trave de equilíbrio – somente duas por país vão à final.

Boa estreia no vôlei feminino

A seleção feminina de vôlei estreou com vitória em Tóquio. Diante da Coreia do Sul, a equipe comandada por José Roberto Guimarães se impôs, fez 3 sets a 0 e começou de maneira vitoriosa a campanha pelo terceiro ouro olímpico.

Depois de sobrar no primeiro set, a equipe viu as asiáticas crescerem na segunda parcial. Porém, com as entradas de Roberta e Rosamaria, o Brasil retomou o controle do jogo e construiu a vitória, superando também um bom início das coreanas no último set.

Revezamento vai à final

O revezamento 4x100 m brasileiro está na final olímpica. A equipe formada por Breno Correia, Pedro Spajari, Gabriel Santos e Marcelo Chierighini chegou em terceiro na bateria e registrou o quinto melhor tempo, com 3min12s59.

Ainda nas piscinas, os brasileiros Guilherme Guido e Fernando Scheffer asseguraram vagas nas semifinais dos 100 m costas e 200 m livres, respectivamente.

Na janela noturna das Olimpíadas, Tatjana Schoenmaker, da África do Sul, bateu o recorde olímpico dos 100m peito na quinta bateria das eliminatórias, com 1min04s82.

Katy Ledecky, candidata a grande nome da natação nos Jogos, passou em primeiro lugar nas eliminatórias dos 400 metros livres feminino, com 4min00s45. A americana é a detentora do recorde mundial e do recorde olímpico.

Dream Team?

Os Estados Unidos vivem um princípio de crise no basquete feminino. Derrotado nos dois amistosos preparatórios para Tóquio, o time de Kevin Durant, Damian Lillard e companhia acabou superado também na estreia das Olimpíadas.

A França, algoz dos americanos na Copa do Mundo de 2019, repetiu o feito e venceu por 82 a 76 no duelo pela primeira rodada do torneio. Foi a primeira derrota dos EUA após 25 jogos de invencibilidade nas Olimpíadas.

A última derrota do Dream Team ocorreu na semifinal dos Jogos de Atenas, em 2004, quando a Argentina superou os americanos e rumou para o ouro posteriormente.

Empate no futebol com um a menos

A seleção masculina de futebol precisou atuar com um jogador a menos desde os 13 minutos do primeiro tempo, após a expulsão de Douglas Luiz, e ficou no empate sem gols com a Costa do Marfim, pela segunda rodada.

A equipe sofreu na primeira etapa, mas cresceu na parte final e poderia até ter saído com a vitória. O Brasil, com o empate, chegou aos quatro pontos e lidera o Grupo D, superando os marfinenses no saldo de gols.

Recorde olímpico e ouro para chinês

O chinês Lijun Chen bateu recorde olímpico e levou o ouro no levantamento de peso entre os homens até 67kg. O quebrou a marca com os 187kg levantados na segunda rodada, fechando total de 332 pontos (também recorde).

A prata ficou com o colombiano Luis Javier Mosquera Lozano, que levantou 180kg e anotou 331 pontos. O bronze foi do italiano Mirko Zanni, que levantou 177kg e terminou com 322 pontos.

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Fonte ge

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