F1 define calendário de 2021 e nova data para o GP do Brasil

F1 define calendário de 2021 e nova data para o GP do Brasil

Foto: Pirelli / Grande Prêmio

A Fórmula 1 anunciou neste sábado a mais recente versão do calendário do restante da temporada 2021. A nova configuração das datas apresenta um campeonato com 22, e não mais 23 etapas, e uma corrida com um "TBC" (to be confirmed, ou "a confirmar"), mas que já se sabe qual seria: o Catar, que pela primeira vez estará presente na categoria.

De resto, não há grandes novidades: o GP do Brasil, conforme já havia confirmado o Grande Prêmio, será postergado em uma semana de sua data anterior e acontece entre os dias 12 e 14 de novembro, em São Paulo; a Turquia está de volta e ocupa uma das vagas deixadas por Japão/Austrália.

À boca pequena, falava-se que Mugello poderia constar em uma nova edição do GP da Toscana ou que o Bahrein seria palco de um novo GP de Sakhir, naquele anel externo do circuito. Nenhuma das opções se confirmou.

A organização do Liberty Media preferiu não seguir adiante com sua ideia previamente fixa de completar a primeira parte do calendário, de 11 corridas, com mais 12.

"Estamos muito satisfeitos em anunciar as atualizações do calendário 2021, após extensas discussões com os promotores e autoridades nacionais. A pandemia continua apresentando desafios à temporada, mas provamos que podemos nos adaptar e estamos confiantes de que podemos entregar um recorde de 22 corridas este ano, apesar de uma pandemia global", declarou Stefano Domenicali, presidente e diretor-executivo da F1.

O dirigente fez um agradecimento especial aos promotores das corridas de São Paulo, Cidade do México e Turquia "por sua paciência e flexibilidade" e acrescentou que a temporada se mostra "uma batalha incrível na pista". O GP do Catar ainda não foi confirmado porque será feito um anúncio especial para tal.

O cronograma desenhado para o começo da temporada, com três rodadas triplas no segundo semestre, foi amenizado em razão dos cancelamentos dos GPs da Austrália e Japão e da provável entrada do GP do Catar no calendário. A redução de 23 para 22 GPs em 2021 "quebrou" uma dessas sequências. Depois do GP da Rússia, em Sochi, a F1 faz uma pausa de duas semanas, realiza o GP da Turquia em 10 de outubro e aí viaja para os Estados Unidos para acelerar no Circuito das Américas em 26 do décimo mês.

A mudança no calendário fez com que o GP da Cidade do México fosse remarcado para 7 de novembro, uma semana antes do GP de São Paulo. A rodada tripla, já na parte final da temporada, será completada com, provavelmente, o GP do Catar.

Os chefes da maior categoria do esporte a motor estão lidando com uma série de alterações de datas e cancelamentos ainda em decorrência da pandemia, também no que se refere às limitações de viagem, especialmente do Reino Unido, que exige quarentena para pessoas que transitam de países que integram a lista vermelha.

No caso do Brasil, a solução da F1 foi reagendar o GP de São Paulo em uma semana e depois viajar para uma corrida no Oriente Médio logo em seguida, como forma de contornar essas restrições.

O GP do Catar, no circuito de Losail, habitué na MotoGP nos últimos anos, será uma semana depois da etapa brasileira, portanto acontecendo entre 19 e 21 de novembro. O calendário se encerra com as etapas previstas anteriormente: Arábia Saudita e Abu Dhabi.

A redução do calendário em uma corrida atinge decisivamente a luta pelo título entre Max Verstappen e Lewis Hamilton, já que 25 pontos - o valor de uma vitória na F1 - farão falta para quem quer que seja.

Depois da primeira metade da temporada, Hamilton terminou com 195 pontos no Mundial de Pilotos, enquanto Verstappen somou 187.


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