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Felipe Andreoli leva Resonance para os palcos em nova tour

Divulgação

Em maio, o baixista da banda Angra, Felipe Andreoli, fará a tour do Resonance, seu primeiro álbum solo. Neste trabalho, o roqueiro, que também é compositor e produtor, colocou em prática a ideia de criar um disco onde o baixo é extremamente valorizado, mas não a única voz, de forma que qualquer pessoa, baixista ou não, músico ou não, possa apreciar e se conectar com as músicas.

 

Nos palcos de dez cidades brasileiras (veja abaixo a agenda), o roqueiro estará acompanhado por Bruno Valverde (bateria) e Dallton Santos (guitarra). 

 

Durante cerca de 1h30, além do repertório do disco, o show solo promete muitas surpresas --como solos e covers-- que agradarão os fãs do Angra, 4Action, Kiko Loureiro, Smith/Kotzen e outras bandas.  

Além disso, um contemplado de cada cidade que receberá a tour terá a oportunidade de participar do show, interpretando a única faixa cantada do Resonance, (o restante é instrumental): Thorn In Our Side, uma coautoria de Felipe Andreoli com o vocalista croata Dino Jelusick (Whitesnake).   

Para concorrer, basta gravar um vídeo com a sua versão de Thorn In Our Side, subir no YouTube e mandar o link para info@felipeandreoli.com.  

Não precisa de grandes produções, somente o suficiente pra que eu possa ver e ouvir bem sua performance! Procure deixar sua versão a mais natural possível, sem muitas edições e efeitos” explica o roqueiro. 

Meet & Greet + Mini workshop 

Antes da abertura das portas da casa de show, Felipe Andreoli atenderá o público interessado. Você poderá tirar suas dúvidas sobre técnica, equipamento, carreira musical ou qualquer outro assunto, fará uma foto com o artista e terá a oportunidade de subir ao palco e ver de perto como funciona o setup em uma situação real de show.  

Serviço Show São Paulo

21 de maio - Sábado 

Local: La Iglesia - Rua João Moura, 515, galpão 6, Pinheiros, São Paulo, SP

Abertura das portas: 19h30

Início do evento: 22h00

Ingressos: https://www.bilheto.com.br/evento/701/Felipe_Andreoli_Resonance_-_So_PauloSP


Bio 

Felipe Andreoli nasceu na cidade de São Paulo, no dia 7 de março de 1980. Começou a tocar baixo aos 13 anos, quando uma banda da escola precisava de um baixista. 

 

O músico é hoje um dos baixistas mais respeitados do mundo em seu estilo, integrando a internacionalmente renomada banda Angra, além do grupo solo de Kiko Loureiro e o quarteto instrumental 4Action, entre outros projetos. 

  

Gravou inúmeros discos e fez diversas turnês mundiais que passaram por mais de 30 países. O músico realiza constantemente workshops e masterclasses. 

  

Há 18 anos consecutivos Felipe tem sido premiado como melhor baixista do Brasil em praticamente todos os veículos especializados. 

  

Atualmente, o artista desenvolve um trabalho didático intenso através de cursos online, além da atividade de produtor musical. 


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Assessoria de Imprensa 

Adriana Baldin 

Karla Sabah lança "Vou Recomeçar" em todas as plataformas digitais

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Cantora carioca será atração do Espaço Mix desta quarta-feira, ao vivo na Lully FM! 

A cantora e compositora carioca Karla Sabah retoma a carreira solo, com o lançamento da música "Vou Recomeçar", de Roberto e Erasmo, já nas plataformas digitais. A música tem direção artística e produção musical de Liber Gadelha, e arranjo de William Magalhães, parceiro desde 2004 com o Drum'n Bossa.

Embora já tenha uma trajetória consolidada na música e nas artes (literatura, teatro, televisão, cinema), Karla Sabah passou por perdas durante a pandemia  e "Vou Recomeçar" representa o renascimento, o ressurgimento da artista multifacetada e inquieta, que entrou na música como vocalista de Alice Pink Pank e no mundo fonográfico com 'Afrodite Se Quiser'. O teatro também foi muito importante na carreira de Karla Sabah, a voz por trás da indomável 'Zyka Pank' , da famosa Banda Pentelho (Zyka Pank e Seu Pentelho Grisalho).

Com uma personalidade marcante e voz inesquecível, a mezzo soprano Karla Sabah traz de volta uma versão de "Vou Recomeçar" que vai encantar a todos.


Sobre Karla Sabah

Karla Sabah é atriz, cantora, cineasta, poeta carioca, nascida e criada na Cidade Maravilhosa. Em 1980 e 1981, cursou o TABLADO, na turma de Maria Vorhees. Depois, estudou mais Stanislavski na UNI-RIO, em 1983, onde formou-se em Licenciatura Plena em Educação Artística com habilitação em Artes Cênicas. Estreou no teatro profissional no espetáculo infantil “Adeus, Fadas e Bruxas”, de Ronaldo Ciambroni, vencedor do Prêmio Mambembe de 1982.

Na TV, participou de “Salomé”, “Perigosas Peruas”, “Vale Tudo” e, em “Prova de Amor”, teve a voz incluída na música de abertura da novela interpretando “O Barquinho”, de Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli.

No cinema, atuou em “Atlantis Ocean”, de Chico de Paula, e "Bella Donna”, de Fábio Barreto. Atuou como cantora solo, em 1984, no jingle publicitário “A Moda Muda o Mundo”, de Ricardo Barreto e Bernardo Vilhena. Trabalhou como modelo exclusiva da Pró-Varejo, na campanha de lançamento da marca Alternativa Nativa, uma das ramificações da antiga Mesbla.

Mais tarde, em 1986, viajou pelo Brasil, participando do trio “Afrodite se Quiser”, onde estreou como cantora na mídia brasileira, participando de “A Buzina do Chacrinha”, “Perdidos na Noite”, dos programas da Hebe e da Xuxa, quando conseguiu um “gancho” e posou para a revista Playboy em outubro de 1989. A dupla “Bad Girls” (1994) e “As Maskaradas” (1996), com a cantora e também atriz, Daniele Daumerie, foi campeã na Sapucaí com a Mocidade Independente de Padre Miguel, arrematando várias capas de revistas e jornais populares.

Depois, mergulhou no mundo do vídeo, começando nos computadores dos Estúdios Mega, entre 1997 e 2005. Fez cinema na NEW YORK FILM ACADEMY, no verão de 1998, e na Universidade Estácio de Sá, entre 1999 e 2003. No percurso, participou de duas edições do Festival de Gramado, com “Mal Secreto” (2002), dedicado a Waly Salomão, tendo Luiz Melodia como personagem principal e, em 2004, “Namorada de Amiga Minha é Homem” (2000), do grupo “Os Anjos”, foi primeiro video clipe roteirizado, dirigido e editado inteiramente por Karla Sabah.

Com o prêmio da ABRACI (2008), entregue na Academia Brasileira de Letras (ABL), ganhou seu primeiro livro de poemas, RAINHA de SABAH (Ibis Libris, 2009), de onde foram extraídas algumas letras para seu terceiro trabalho como cantora solo, CALA A BOCA E ME BEIJA (2009), título do CD e da parceria com o maestro Rildo Hora.

Quando se mudou para o Cosme Velho, veio a Cama & Café, Espaço Afrodite Se Quiser, ao qual se dedicou com sucesso, até meados de 2016. Em 2017, começou o projeto GrandMother Fucker Never Dies, escrevendo verdadeiras atrocidades sob o pseudônimo de Zyka Pank. Uma delas deu nome à banda: “Pentelho Grisalho” para resumir o nome completo “Zyka Pank e seu PENTELHO GRISALHO ou GrandMother Fucker Never Dies”, que acabou sendo conhecida mesmo como Banda Pentelho, composta por músicos da cena underground carioca.

Em janeiro de 2021, com a perda de Liber Gadelha, seu parceiro, produtor e companheiro de vida inteira, enclausurou-se, e gravou sete lindas canções de Cláudio Santoro e Vinícius de Moraes, acompanhada pelo violão clássico e erudito de Chico Miceli, num trabalho totalmente diferente de tudo que já fez como cantora pop, o EP "7 Canções de Amor". Mas, como o mundo continua girando, depois de "Vou Recomeçar" e "On A Clear Day (You Can See Forever)", retoma sua veia literária, por meio da música e, com a produção de Pedro Luís (da Parede), entra em estúdio com "Black Cat",  de sua autoria, e "Folhetim Moderno", dela e Rildo Hora, e mais uma, talvez "Travessia", de Milton Nascimento e Fernando Brant, realizando um antigo desejo, em homenagem ao seu eterno grande amor, Líber Gadelha.
 
Sobre "Vou Recomeçar"

Composição de Roberto e Erasmo Carlos, de 1969. Nesta versão, a música tem produção musical de Liber Gadelha, com arranjos de William Magalhães (William's House). Em 2020, Karla Sabah gravou as vozes no estúdio Roger Freret, para este lançamento inédito em março deste ano.

Spotify: https://open.spotify.com/track/5h4Fs2NLz4gxMonw7zcRmb?si=iUMAb8KRTcu3NHNTmk4H3A

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Paula Ramagem
Assessoria de Imprensa

Albertina Prates abre a exposição "Oculus", no Centro Cultural Correios RJ

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A artista plástica Albertina Prates abre a exposição "Oculus" , onde apresenta pinturas em dimensões gigantes, onde sua proposta é atemporal, pois fala do ser humano - homens, mulheres e crianças, em sua humanidade. Na composição das obras, o nu é o ponto de partida e  a vestimenta indica o tempo, produzindo pensamentos e criando perturbações, levando o espectador a estabelecer uma relação entre a natureza, a vida humana e sua interferencia sobre outros seres vivos no planeta.

A mostra, que estará exposta no Centro Cultural Correios Rio de Janeiro, tem curadoria de Riccardo Tartaglia e Regina Nobrez. e poderá ser visitada entre os dias 26 de maio e 09 de julho, nas salas A, 1 e 2 do terceiro andar. " Ultrapassando ao figurativo, a pintura de Albertina Prates revela sensualidade e paixão, em uma poética de pessoal dramaturgia ", fala Giovana Zimermann, Especialista em Linguagem Plástica Contemporânea.

SOBRE A EXPOSIÇÃO 

"Albertina Prates apresenta pinturas de dimensões gigantes. Para além de uma produção estética, suas pinturas podem ser consideradas como ato de produzir pensamento, demandar uma perturbação, um ruído, uma fissura. Albertina leva o expectador a estabelecer uma relação entre a natureza, a vida humana e sua interferência sobre os outros seres vivos no planeta.

As figuras de arquétipos mitológicos transitam no campo conceitual. E, antagonicamente, num plano mais contemporâneo, na linguagem que constituI o humano, reverberando as pesquisas de manipulação genética que se oferecem como um fio condutor ao estranhamento ... a de que os seres humanos se estimulam a serem CO-CRIADORES com DEUS.. E,  nessa travessia,  a artista propõe reflexões às circunstâncias que resguardam os elos entre a terra e o homem - o homem, o céu e seu Deus. Sua poética se dá da obra para o planeta com sua fauna e flora, e a referência é o fazer HUMANO, onde se reconhece sua solidão indômita, sua força atávica, sua fragilidade e sua necessidade nata de conexão com o DIVINO." 

SOBRE ALBERTINA PRATES

Nascida em Criciúma, trabalha e mora em Florianópolis/SC desde 1975. “Na composição de minhas obras, o nu é o ponto de partida - a vestimenta indica o tempo e a minha proposta é o ATEMPORAL,  pois falo do 'SER - HUMANO' : homens, mulheres, crianças e sua HUMANIDADE", explica a artista.  Admira  William Blake, Lucian Freud e Francis Bacon.
Formou-se em Artes plásticas - UDESC. Pós-graduada em Gerontologia - UFSC e em Artes Visuais Contemporâneas - UDESC.
Foi apresentadora do VARIEDADES Jornal do Almoço - TV RBS.  Atuou no cinema e no teatro como atriz, cantora, figurinista e direção artística.
Nas escolas de samba, como Carnavalesca, criando enredos, figurinos, carros e alegorias. Ilustrou livros de Odir Nascimento e Vilson Francisco de Farias. Criou o selo emissão especial “Área de proteção Ambiental da Baleia Franca”. Criou cartões telefônicos - Brasil Telecom - Edição Colecionador.
Participou de Salões de Artes Contemporânea em Blumenau e Itajaí/SC. Criou grandes painéis em mosaico e em pintura acrílica em importantes obras públicas de SC. Tem pinturas espalhadas pelo Brasil e Europa em coleções particulares. Participa de exposições coletivas e individuais desde 1973.
A obra “BEEMOT” recebeu prêmio de reconhecimento em Belgrado (medalha de prata) - Serbia - Museum Night 2013
A obra “CASULO” recebeu prêmio de reconhecimento em Budapeste (medalha de ouro) - Nádor Galéria - e participou de uma exposição coletiva itinerante por Viena, Madri e Berlim (2013).
A obra "CHEIRO DE JARDIM” está catalogada no livro do Salon SNBA - Carrousel Du Louvre - Paris (2013).
A obra ¨CHEIRO DE JARDIM III¨ recebeu prêmio (medalha de prata) no SALÃO INTERNACIONAL DE ARTE - Araras/SP (2013).
Integra, como artista plástica, o livro ANTOLOGIA - 10 anos - ACALI - Academia Catarinense do livro (2013).
Seu nome consta do livro de Artes “INDICADOR CATARINENSE” - MASC.
Participa do Catálogo de Arte e do Anuário de Arte - ARTE ATUAL - Salvador/BA (2014)
Recebeu prêmio (medalha de bronze) SBBA - Rio International Exhibition - Rio de Janeiro (2014)
Participou da II BIENAL Internacional de Arte Contemporânea - Argentina (2014)
Participa do livro “ARTE BRASILEIRA NA CONTEMPORANEIDADE" - São Paulo e Nova York - Ed. Ornitorrinco (2016)
Participou da Bienal de Curitiba - Filme da Cineasta Mara Salla - Curta vídeo-Arte - "A ARTE QUE ME HABITA" (2017 e 2018).

Principais exposições individuais

"SANTA CATARINA DE ALEXANDRIA"- Espaço Cultural - UFSC (1992)
"TANGENDO PÚRPURA"- Casa da Cultura ESTÁCIO DE SÁ (2003)
"MULHERES DO NOSSO TEMPO" - Espaço Cultural do Centro de Eventos- São José (2006)
"VANITAS" - MASC/CIC (2009)
"PONTO FORA DA CURVA" - Espaço Cultural Lindolf Bell/CIC (2015)
"A PELE" - MASC/CIC (2017)
"HABITACULUNS" - Fundação Cultural BADESC (2017/18)
"ALBERTINA PRATES 1980-2019 - TARTAGLIA ARTE/Roma (2019). Espaço Cultural CORREIOS/Porto Alegre.

Últimas Exposições Coletivas

"156 Anos de Cruz e Souza" - "DIZER E VER CRUZ E SOUZA" - MHSC - Florianópolis (2017)
"EPPUR SI MUOVE - MESC/BADESC" - Florianópolis (2018)
"CARTOGRAFIAS DO CAMINHAR" - Fundação Assis e MHSJ - Florianópolis (2018)
"OGNUNO IL SUO STILE" - Tartaglia Arte Roma e Centro Cultural Correios - Rio de Janeiro e Brasília (2018/19)
"DIALETICAS DO ENTORNO" - MHSC - Florianópolis (2019)
"ARTENDA" - ACAP - Maratona Cultural/Floripa Conecta - Florianópolis (2019)
"RESISTÊNCIA - ATO POÉTICO EM COR E FORMA" - Espaço Cultural Lindolf Bell/CIC - Florianópolis (2019).

COMENTÁRIOS

“…na pintura de Albertina Prates percebe-se uma clara dimensão cenográfica…” (Rodrigo de Haro - poeta, gravurista, pintor e Membro da Academia Catarinense de Letras). 

“…Albertina Prates lutou com a anatomia para inventar torções, que correspondem ao imperativo categórico de mãos e braços com que o artista busca, traçando a linha, o ritmo e o espaço.”  (João Evangelista de Andrade Filho - Membro da AICA).

“Sua pintura, com desenhos e colagens, o figurativismo desagua, em um simbolismo onírico e telúrico.” (Martim Afonso Palma de Haro - Historiador, Mestre enxadrista).

“…Albertina Prates desenvolve uma experiência neo- simbolista de caráter muito especial, que adquire densa materialidade.”  (Jânio V. Weck-Barros - Crítico de Arte - Rio de Janeiro).

"...Ultrapassando ao figurativo, a pintura de Albertina Prates revela sensualidade e paixão, em uma poética de pessoal dramaturgia." (Giovana Zimermann - Especialista em Linguagem Plástica Contemporânea).

"...As imagens de Albertina Prates nos convidam a sair da posição confortável de senhores da visão, levando-nos a situações de vertigens ou de pequenos imprevistos, fazendo-nos atravessar a estrutura da vigília e alcançar a sonoridade de situações silenciadas e indizíveis..." Lígia Czesnat - Professora do Departamento de História -UFSC e Artista Plástica.

"...Questionamentos sobre a atuação do ser humano no mundo provocam artista e público a se repensarem, induzindo a pensar para além das obviedades..." (Gizely Cesconetto - Artista Multimídia, Curadora de Arte, Professora de Arte IFSC).

"....Sobre esta Terra e sob este céu, somos, ao mesmo tempo, seres diminutos e grandes enigmas. Albertina parece pedir que não nos esqueçamos disso: que as coisas, como os seres, não se cobrem nem se descobrem, mas se encobrem o tempo todo com véus. Eles são a matéria de sua arte, crepitando, sibilam segredos, silvam..." (Rosângela M. Cherem - Doutora em História e em Literatura - História e Teoria da Arte. Eneléo Alcides da Silva - Gestor Cultural). 
  
SOBRE A TARTAGLIA ARTE

A Tartaglia Arte foi fundada em 1950 como um estúdio de pintura pelo artista Piero Tartaglia, então conhecido como Piery. Após alguns anos, criou um ponto de referência e encontro cultural com outros artistas e jovens talentos onde, sob a orientação do Mestre, desenvolveram seu estilo pessoal. A paixão avassaladora de Tartaglia  pela expressão pictórica com explosões de cor pura e contrastes violentos que tornam a tela viva, deu vida à Escola do Disgregacionismo.  Posteriormente fundou as Galerias, para exposição permanente de seus trabalhos e os de seus alunos, e que hoje são dirigidas pelo filho Riccardo.

O amor pela arte e uma visão cultural ampla são as peculiaridades deste grande artista, e representam sua herança moral e espiritual. Herança que continua sendo representada por Riccardo Tartaglia, que trabalha com a mesma seriedade e tenacidade na propagação da arte, através de exposições e eventos internacionais. Mas tudo com a assinatura de Riccardo Tartaglia e Regina Nobrez (Membro da Academia de Belas Artes do Rio de Janeiro e Embaixatriz Cultural com Honoris Causa, pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina - Honra da Arte de Florianópolis), o que confere um atestado de credibilidade e sensibilidade criativa.
Site: tartagliaarte.org

SERVIÇO

Exposição: "Oculus"
Artista: Albertina Prates @albertinaprates
Curadoria: Riccardo Tartaglia e Regina Nobrez
Instagram: @riccardotartaglia @reginanobreztartaglia
Data de abertura: 26 de maio de 2022 - das 16h às 19h
Visitação: 27 de maio a 09 de julho de 2022
Local: Centro Cultural Correios RJ -  3º andar - Salões A, 1 e 2 
Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro - RJ
Tel: (21) 2253-1580
De segunda a sábado, das 12h às 19h
Censura Livre
Entrada gratuita
Acessibilidade
Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem
Realização: Tartaglia Arte
Apoio: Consolato Onorario Italiano - Florianópolis/SC / CIB-SC/ Centro Cultural Correios / Ministério das Comunicações / Pátria Amada Brasil / Paula Ramagem Comunucação

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Assessoria de Imprensa:
Paula Ramagem

Jorge Maranhão lança o livro "CURUPIRA, o enganador do mundo e os doze dragões da maldade"

Divulgação

O escritor e empreendedor social Jorge Maranhão lança o livro 'CURUPIRA' - o enganador do mundo e os doze dragões da maldade, no próximo dia 19 de maio, na Livraria da Travessa do Shopping Leblon, RJ, pela Astrolábio Edições (selo da Editora Chiado, de Portugal), onde, de forma ficcional e através da figura do Curupira, cujos pés invertidos enganavam os bandeirantes nas trilhas das florestas, propõe uma visão sobre nosso caráter cívico e moral, percorrendo 12 grandes momentos históricos de torção estética do olhar, sobre os valores do Ocidente, de contorção de dor de sentir, de distorção lógica no cumprimento das leis e, portanto, de retorção ética, e relativismo moral, de autoengano, na forma dos ancestrais e míticos dragões da maldade.

Pois é esta resiliência da cultura barroquista que cativa e toma a alma nacional, que nos condena a viver no imaginário do que achamos que seja a realidade, e não no que realmente ela é. Sobretudo quando o país vive antagonizado por movimentos extremistas e corre o perigo de dilaceramento social com a expectativa das próximas eleições, em que o transbordamento barroquista confunde ideias com ações, valores com conduta, intenções com decisões.

Inspirado no conceito barroco do côncavo-convexo, das espirais e volutas da Renascença, quando se descobria o Brasil, no gosto exuberante pelo paradoxo que persiste nas mais variadas expressões da identidade nacional, 'Curupira' retrata, de forma alegórica e romanceada, a natureza da sociedade, seu imaginário social, já apresentados pelo autor em sua tese da resiliência do barroquismo na cultura ocidental, no livro 'Destorcer o Brasil: de sua cultura de torções, contorções e distorções barroquistas'.

"Na ocasião, poderemos bater um papo sobre a resiliência barroquista da cultura brasileira. O que explica o contexto das eleições que vão determinar o destino do país nos próximos anos! Pois não se trata de direita contra esquerda, conservadores contra progressistas e, muito menos, de bolsonaristas contra lulistas. Trata-se de fazer prevalecer uma cultura política e moral iluminista sobre uma resiliente cultura barroquista que ainda habita nosso imaginário social e que tem nos infelicitado há séculos", fala o autor Jorge Maranhão.

SOBRE O NOVO LIVRO

CURUPIRA, o enganador do mundo e os doze dragões da maldade

Você está cansado da cultura do politicamente correto, da demagogia dos políticos socialistas e socialdemocratas, da ordem globalista mundial que nenhum cidadão elegeu, da corrupção dos valores morais da tradição ocidental, do abuso da super burocracia das organizações internacionais, das big techs e da desordem espiritual imposta pelos poderosos da vez?

Você vai ter muito o que refletir e se entreter com esta nova versão ficcional da inaudita tese da resiliência do barroquismo mental na cultura ocidental, sobretudo em países latinos como o Brasil, e sua influência em grande parte dos países ocidentais, mas, desta feita, também no âmbito do insuspeito Enlightenment inglês.

A narrativa se desenrola a partir de uma casual visita do narrador Jack Tate a uma exposição sobre a pintura barroca numa galeria de Londres, quando se iniciam as aventuras de Curupira, uma figura mítica de duende da floresta amazônica de pés invertidos e defensor da floresta, que se oferece como escudeiro do maior filósofo inglês deste século, Sir Roger Scruton, e se apodera de sua alma quando de sua estada no Brasil. Eles lutam contra os dragões da maldade que habitam o vasto território brasileiro.

Sir Roger faz parte de um grupo sucessor dos 12 cavaleiros da lendária Távola Redonda juntamente com Edmund Burke, Alexis de Tocqueville,  T.S. Elliot, G. K. Chesterton, Leo Strauss, Michael Oakeshott, Eric Voegelin, Karl Popper, Mário Ferreira dos Santos, Isaiah Berlin e Russel Kirk, dedicados à causa liberal-conservadora num mundo ainda dominado pelos infiéis barroco-esquerdistas.

Trata-se de uma oportuna reflexão sobre o impasse civilizatório do mundo latino, sua influência no mundo ocidental e do próprio Brasil, país que vive imerso no mais resiliente barroquismo, como cultura de destruição de valores morais e da razão humana. E desta feita sobretudo pelos jovens desencantados com a promessa esquerdista “do paraíso na terra”.

SINOPSE DO LIVRO “DESTORCER O BRASIL”

A torção do olhar barroco expressa nas artes plásticas desde os idos do século XVI europeu, como as retorções em nossas artes barrocas e nas figuras retóricas de nossas letras são comoventes. Como deve ser também a compaixão pelas contorções da dor psíquica e física pelo infortúnio da vicissitude humana, particularmente em nossas terras.

Todavia, as distorções entre o ver e o crer, o pensar e o agir, entre o código moral e a conduta social, entre a lei e observância da lei na vida em sociedade, sobretudo no cumprimento dos deveres cívicos e políticos entre governantes e governados, me parece uma transposição cultural desastrosa do barroco para os campos da política, da justiça, da moral e dos costumes, e que chamo de nosso resiliente barroquismo. E, se bem entendida, se abre como uma oportunidade única e objetiva de mudança para um país minimamente civilizado e razoável. A oportunidade de destorcer o Brasil como nos desfazer de suas torções, retorções, contorções e distorções.
 
Este bom entendimento de um novo imaginário social para o país, por parte de verdadeiras elites, da alta cultura, e, sobretudo dos produtores de conteúdo da mídia, pode ser uma oportunidade de ouro para a superação de nossa barroquista encruzilhada civilizatória.

SOBRE O AUTOR

Escritor, consultor e empreendedor social. Mestre em Filosofia pela UFRJ. Fundador da Propaganda Professa, em 1981, e do Instituto de Cultura de Cidadania A Voz do Cidadão, em 2003. É autor de dois livros de ficção, além de ensaios como "A Arte da Publicidade", de 1978, e de "Mídia e Cidadania", em 1983. Em 2003, lançou "A Voz do Cidadão, o livro de mútua-ajuda da cidadania" e, em 2006, "Cultura da Cidadania, para construir um novo país". Em 2018, "Destorcer o Brasil: de sua cultura de torções, contorções e distorções barroquistas".

Tem colaborado com artigos de opinião para os principais jornais do Brasil, desde 1988, como O Globo, Jornal de Brasília, O Estado de São Paulo e Valor Econômico.

Edita o site www.vozdocidadao.com.br, tendo produzido e apresentado por dez anos os boletins da Voz do Cidadão nas rádios Globo e CBN, de 2005 a 2015. Em 2021, iniciou a fase de versão e edição para o inglês de seu novo livro "Curupira".


Onde encontrar Jorge Maranhão:

 

1.      A Oscip: https://www.avozdocidadao.com.br/

2.      Outros livros fora de catálogo: https://www.estantevirtual.com.br/livros/jorge-maranhao

3.      Coluna na Época (durante 3 anos): https://epoca.oglobo.globo.com/colunas-e-blogs/jorge-maranhao/noticia/2016/06/ruas-outra-vez-cidadaos-e-cidadas.html

4.      Boletins de rádio CBN (durante 10 anos): https://cbn.globoradio.globo.com/colunas/a-voz-do-cidadao/A-VOZ-DO-CIDADAO.htm

5.      Conferência na ABL: https://www.academia.org.br/videos/ciclo-de-conferencias/o-barroquismo-brasileiro

6.      Destorcer o Brasil:  https://books.google.com.br/books?id=d-SCDwAAQBAJ&printsec=frontcover&redir_esc=y#v=onepage&q&f=false

7.      Coluna no Diário do Comércio de São Paulo: https://dcomercio.com.br/colunista/jorge-maranhao

8.      No Facebook: https://www.facebook.com/jorge.maranhao.9

9.      No YouTube: https://www.youtube.com/user/jorgemaranhao/videos

10.   Curupira: https://www.livrariaatlantico.com.br/pd-8f2ee3-curupira-jorge-maranhao.html?ct=2d1497&p=1&s=1

 

SERVIÇO

 

Livro: Curupira, o enganador do mundo e os doze dragões da maldade

Autor: Jorge Maranhão

Editora: Astrolábio Edições/Grupo Chiado
ISBN: 978-989-37-2357-9
páginas: 340
idioma: português

 

Lançamento: 19 de maio de 2022 às 19h

Livraria da Travessa - Shopping Leblon

Av. Afrânio de Melo Franco, 290 - loja 205 A

Leblon - RJ

Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem

Censura livre. Acessibilidade.


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Assessoria de Imprensa:

Paula Ramagem

Dani Coimbra canta no Shopping Cassino Atlântico no mês dos Namorados

Foto: Marcelo Wance

cantora Dani Coimbra apresenta-se no próximo dia 09 de junho (quinta), no Shopping Cassino Atlântico,  abrindo uma série de shows personalizados do local, com o objetivo de prestigiar a cultura e a música brasileiras, em sua diversidade, e que certamente entrarão para o calendário carioca de eventos, ao lado das exposições que já são marca registrada. O show acontece das 17h às 19h.

Cantando ao lado de Tom Lins (violão) e Felipe Ramos (bateria), Dani Coimbra traz sucessos da MPB, bossa e pop nacional, entre outros ritmos, com a voz marcante que certamente vai tocar o coração dos casais e de todas as pessoas presentes, às vésperas do Dia dos Namorados. Além de grandes compositores, canta as músicas de seu CD 'Renda-se', promovendo um show vibrante nos corredores do local.

Sobre Dani Coimbra

Com uma surpreendente bagagem, Danielle Coimbra, nascida e criada no subúrbio carioca, é uma das grandes promessas da MPB (Música Popular Brasileira). Filha de uma sergipana e de um carioca, foi influenciada desde cedo pela diversidade musical do país, que a incentivou a estudar artes cênicas e também dança, na Faculdade Federal do Rio de Janeiro.
 
Seu primeiro CD solo denominou-se “Renda-se”. Ouvindo o disco, encontram-se canções de jovens compositores amigos, com quem ela já trabalhou durante sua trajetória. Seus ritmos se misturam e percorrem desde o samba ao jazz, do pop ao xote, promovendo um diálogo musical entre a tradição e a inovação. Além de cantora solo, Dani Coimbra é uma das vozes do Bloco Empolga às 9, e com sua marcante presença de palco, podemos afirmar que Danielle Coimbra é a melhor escolha para os amantes de uma boa música.

Instagram: @danicoimbracantora
Facebook: Danielle Coimbra
YouTube: Dani Coimbra Oficial

Sobre o Shopping Cassino Atlântico

O Cassino Atlântico era um dos cassinos que ficavam na praia de Copacabana. Durante a década de 1930, jogos de bacará, campista, roleta, black jack e carteado atraíam a sociedade carioca e pessoas de outras cidades (do Brasil e do mundo) ao local. O prédio do antigo Cassino Atlântico foi demolido nos anos 1970 para dar lugar ao novo hotel. Muitos momentos históricos foram vividos no Cassino, entre eles, os shows de Carmem Miranda, que era presença certa no local.

O Shopping Cassino Atlântico foi criado há cerca de 40 anos e abriga, em sua maior parte, lojas de antiguidades e galerias de arte, que trazem artistas consagrados no Brasil e no exterior. Passada a pandemia, o local reinventou-se e apostou na diversificação, com restaurantes, coffee shop, eventos em seus corredores, abertos aos hóspedes do hotel e ao público em geral. Sofisicação e conforto, entre o mar e a arte, em um só local, que vai agradar aos mais exigentes!

Novo Shopping Cassino Atlântico
Entre o mar e a arte!
Av. Atlântica, 4240
No final do Posto 6

Segunda a sábado - das 9h às 21h


lnstagram: @cassinoatlanticoshopping

Fotos: Marcelo Wance @marcelo_wance

Show - dia 09/06 - das 17h às 19h - Gratuito - Censura livre

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Paula Ramagem
Assessoria de Imprensa

Blitz comemora 40 anos em São Paulo

Blitz

E a Blitz completa 40 anos de carreira. Para celebrar, uma turnê pelo Brasil, que começou no Circo Voador, no Rio de Janeiro, em fevereiro. Agora chegou a vez do palco do Teatro Bradesco, em São Paulo, ferver com a mistura de rock, pop, funk, reggae, samba e blues da Blitz, no dia 28 de maio (sábado).

Um pouco de história

Em 1982 a lona foi esticada sobre o Arpoador. Surgiu um espaço multicultural e democrático conhecido como Circo Voador. Naquele palco praiano nasce a BLITZ.

Em julho daquele ano a banda gravou o compacto 'Você não soube me amar'.

Em três meses o compacto vende 100 mil cópias e atinge a marca de um milhão de cópias vendidas em plena crise da indústria fonográfica. Na sequência, lança o primeiro LP 'As Aventuras da Blitz', com venda mais impressionante que a do compacto.

A BLITZ era inclassificável. Com sua origem no grupo teatral Asdrúbal Trouxe oTrombone, o grupo ganha capas de revistas importantes como Veja, Manchete e Isto É. Evandro & Cia arrombaram as portas do Rock Brasil, a MPB nunca mais seria a mesma. O sucesso da banda mudou o panorama das rádios e das gravadoras do Brasil.

A banda fez grandes shows em ginásios e estádios, e invade espaços como o extinto Canecão, onde batia recordes com a juventude do Rio se vendo no palco, representada pela Blitz.

Duas apresentações merecem destaque: no primeiro Rock In Rio, em 1985 e na Praça da Apoteose, em 1984, quando foi o primeiro grupo a se apresentar naquela palco para mais de 50 mil pessoas.

A formação atual da Blitz é Evandro Mesquita (vocal, guitarra e violão), Billy Forghieri (teclados), Juba (bateria), Rogério Meanda (guitarra), Cláudia Niemeyer (baixo), Andréa Coutinho (backing vocal) e Nicole Cyrne (backing vocal).

SERVIÇO

28 de Maio de 2022, (sábado) às 21:00

Abertura da casa: 20h

Ingressos entre R$ 80,00 e R$ 260,00 em até 12x

Teatro Bradesco

São Paulo/SP

https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/blitz-40-anos-10082?queueittoken=e_principal~q_2421281c-dde3-4d31-8418-de922e7b6e95~ts_1650994038~ce_true~rt_safetynet~h_814c39c940a1241755ac2400253aa96e26986bc3edaee3e2882894a563cc9906#/

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Ana Paula Romeiro
Assessoria de Imprensa 

The Fevers fazem a festa em Beberibe

The Fevers 

O Hotel Parque das Fontes, em Beberibe (CE), a 85kms de Fortaleza, recebe no dia 14 de maio, The Fevers.

A banda que comemora 57 anos de carreira, promete fazer todo mundo cantar, dançar e festejar a boa música.

E os reis do baile garantem muitos sucessos, com Liebert (baixo), Luiz Claudio (vocal), Rama (guitarra e violão), Otávio Henrique (bateria) e Claudio Mendes (teclados e vocal) comandando a festa.

Atualmente, a banda conta com mais de cem mil inscritos em seu canal do YouTube.

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Ana Paula Romeiro
Assessoria de Imprensa

Quadro leiloado de Marilyn Monroe é o mais caro do século XX

Foto: REUTERS/Carlo Allegri

Um retrato de Marilyn Monroe de Andy Warhol foi leiloado nesta segunda-feira (9) por US$ 195 milhões (pouco mais de R$ 1 bilhão) em Nova York. Com isso, se tornou a obra mais cara do século 20. 

 O valor pago por "Shot Sage Blue Marilyn", realizada por Warhol em 1964, ficou abaixo do estimado pela casa de leilões Christie's, em US$ 200 milhões. 

 Mesmo assim, de acordo com o jornal "New York Times", foram necessários apenas quatro minutos para o lance que superaria o recorde de "As mulheres de Argel", de Pablo Picasso, vendida por US$ 179,4 milhões em 2015. 

A icônica obra de 1x1 metro de Warhol faz parte de uma série de retratos que o maior expoente da pop art fez de Marilyn Monroe após sua morte por overdose de barbitúricos em agosto de 1962. 

 Esta série de retratos foi renomeada "Shot" depois que um visitante do "The Factory", o estúdio de Warhol em Manhattan, abriu fogo contra eles, fazendo buracos nas telas. Mais tarde, as obras foram restauradas. 

 Alex Rotter, responsável pela arte dos séculos 20 e 21 da Christie's, chama o retrato de Marilyn de "a pintura mais importante do século 20 a ser leiloada em uma geração". 

Por sua vez, o trabalho mais caro de Warhol até hoje era "Silver Car Crash" (Double Disaster) pelo qual US$ 104,5 milhões foram pagos em 2013. 

Foto: Dia Dipasupil/Getty Images via AFP

Outras obras importantes oferecidas pela Christie's são "Retrato do Artista como um Jovem Indigente" de Jean-Michel Basquiat, pintado em 1982 e estimado em mais de US$ 30 milhões, e "Untitle" (Shades of Red), de Mark Rothko, que foi à venda por US$ 80 milhões. 

A casa de leilões também oferece três obras de Claude Monet estimados em US$ 30 milhões cada. 

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Fonte g1