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Top Of Mind: OR conquista prêmio pelo 9º ano

Divulgação

Conquista é fruto do trabalho baseado nos pilares responsabilidade ambiental, social e de governança.

A OR Monvert conquistou pelo 9º ano o prêmio Top Of Mind Salvador. A 27ª edição do evento premiou a incorporadora na categoria “Construtora”, em evento realizado no dia 5 de maio, na Casa do Comércio. A empresa destaca que esse êxito é fruto do fortalecimento das características que compõem o seu DNA: qualidade, foco no cliente, inovação e sustentabilidade. 

O Top Of Mind é uma importante e respeitada premiação de lembrança espontânea do mercado, onde a classificação das empresas é realizada através de uma pesquisa de opinião, responsável por identificar as organizações e marcas líderes que ocupam o primeiro lugar na mente dos consumidores. 

Para ser uma marca Top Of Mind, a empresa precisa traçar estratégias e implantar ações de destaque diante da concorrência. Conquistar esse prêmio gera um diferencial à marca, confirmando que está trilhando uma trajetória de sucesso e reconhecimento. Buscando se aperfeiçoar cada vez mais, a OR segue esse caminho desde sua fundação, adotando os pilares ESG (sigla em inglês para Ambiental, Social e Governança) em todas as suas ações. 

“Ser premiado mais uma vez no Top Of Mind nos mostra o reconhecimento do trabalho que desenvolvemos. Somos uma empresa que preza pelo cliente, levando em conta a sustentabilidade e o social. Para a OR é uma honra receber essa premiação pela 9ª  vez”, declara Daniel Sampaio, Diretor Superintendente da OR na Bahia. 

A OR segue focando na eficiência e qualidade dos empreendimentos que entrega à sociedade. Comprometida com a incorporação da imobiliária sustentável ao mercado, a construtora é membro-fundador da Green Building Council do Brasil e, ao longo dos anos, já entregou mais de 20 edifícios certificados.

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Terra Dourada Parque Camaçari: condomínio parque desperta o desejo de profissionais da região

Terra Dourada Parque 

Localização estratégica e espaços integrados estão entre as principais motivações para a compra do empreendimento localizado no Bairro Novo.

Cercado de infraestrutura e natureza, o condomínio Terra Dourada Parque Camaçari se consolida como a moradia ideal para os funcionários do Polo Industrial de Camaçari, principais compradores dos lotes do empreendimento. Com mais de 13 mil m² de área verde, portaria 24h e selo de qualidade OR, o condomínio, recém-lançado, apresenta mais de 80% dos lotes vendidos. 

Seguindo uma tendência do mercado imobiliário para 2022, os funcionários do Polo Industrial de Camaçari optam pelo Terra Dourada devido à sua localização estratégica, próximo a pontos essenciais – centro da cidade, shopping, farmácias, supermercados, escolas – e a apenas 6 minutos de distância do Polo. 

O Bairro Novo, onde está localizado o empreendimento, tem atraído diversos investimentos e promete forte crescimento econômico. Além da construção de condomínios, a reta final das obras de duplicação da Avenida Jorge Amado, que vai ampliar o acesso ao bairro, impulsiona a chegada de novos negócios dos mais diversos ramos, a exemplo disso, a construção do novo campus da UFBA.

“O Terra Dourada Parque Camaçari tem se consolidado como um empreendimento de sucesso, além de estrategicamente posicionado: próximo ao Polo Industrial e ao Shopping Boulevard Camaçari, o condomínio foi pensado para trazer ainda mais conforto para os moradores, com espaços de lazer integrados a natureza e áreas comuns equipadas”, detalha Daniel Sampaio, Diretor Superintendente da OR na Bahia. 

Acompanhando o sucesso da primeira etapa, 100% vendida em 20 dias, a segunda fase do empreendimento foi lançada em setembro de 2021, com valor a partir de, à vista, de R$ 64 mil, – parcelas a partir de R$ 650 e financiamento em até 150 meses – a entrega está prevista para 2023.

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Braskem recicla chega em Santo André prevendo coletar 7 toneladas de resíduos

Divulgação

Comprometida a trabalhar em ações voltadas às práticas sustentáveis, a Braskem se uniu à startup SOLOS, à Prefeitura de Santo André, ao Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) e à cooperativa Cidade Limpa para realizar o Braskem recicla no município do ABC. A ação, que ocorrerá entre os dias 29 de abril a 5 de maio, no Parque Celso Daniel, pretende coletar 7 toneladas de resíduos que serão encaminhados para reciclagem, além de gerar cerca de R$ 7 mil em renda a ser revertida para as cooperativas parceiras, por meio de contratação e venda do material arrecadado. 

Para participar da ação, a população poderá levar à “Estação de Reciclagem e Educação Ambiental” seus resíduos recicláveis, como itens de plástico, papel, papelão, óleo de cozinha, eletrônicos e eletrodomésticos, metais ou vidro, desde que estejam higienizados e sem sobras de comidas ou líquidos para o descarte correto.  Os participantes do Braskem recicla ainda poderão visitar a exposição “Meu lixo vai para onde eu levar”, uma atração voltada para adultos e crianças que tem por objetivo esclarecer sobre a importância da economia circular, além de atividades que inspiram a prática de hábitos mais sustentáveis. 

De acordo com Sylvia Tabarin, gerente de Relações Institucionais da Braskem Sudeste, esta ação se destaca pela disseminação da importância da economia circular, além da geração de renda local, através da parceria com as cooperativas da região. “Estamos muito orgulhosos de novamente trazer o Braskem recicla para o Grande ABC, só que desta vez em Santo André. O projeto gera conscientização sobre temas urgentes, como o cuidado com o meio ambiente, a reciclagem e a destinação correta de resíduos, por meio de dinâmicas leves e lúdicas, despertando um compromisso social coletivo para a construção de uma sociedade mais sustentável”, afirma.

“Temos visto que, em todas as regiões em que o Braskem recicla atua, a adesão é bastante significativa. O público tem se engajado com tema e as cidades, sejam elas capitais ou não, têm a demanda por intensificar o volume de material que vai para a reciclagem. Em Santo André isso será ainda mais relevante, porque queremos impulsionar uma política pública municipal já existente”, reforça Saville Alves, cofundadora da SOLOS.

Durante a ação de lançamento, que acontecerá no dia 29 de abril, às 10h30, no Parque Celso Daniel, o público poderá acompanhar uma apresentação da Orquestra infanto-juvenil Locomotiva que estarão ministrando instrumentos feitos de PVC. Com atuação em Santo André, Mauá e São Paulo, a iniciativa já atendeu mais de 500 jovens, através de sua metodologia pautada nos pilares de cultura musical, inserção social e educação profissionalizante. A cerimônia, que é aberta ao público, também contará com a presença do prefeito de Santo André, Paulo Serra, representantes da Braskem e do Semasa.

“Santo André, por meio do Semasa, é pioneira na gestão de resíduos sólidos e coleta seletiva. Trabalhamos continuamente em projetos que permitam melhorar o meio ambiente, ampliar a vida útil do nosso aterro municipal e contribuir para a renda das cooperativas de reciclagem parceiras. A realização do Braskem recicla em nosso município é muito importante para complementar as ações de sustentabilidade da administração, engajar e conscientizar ainda mais os moradores para a importância da reciclagem”, comenta o prefeito de Santo André, Paulo Serra.

O Braskem recicla que chega em sua 8ª edição já passou por algumas regiões do país, sendo três em Salvador (BA), duas em Porto Alegre (RS), uma no Rio de Janeiro e uma em Mauá (SP) que aconteceu em dezembro de 2020 e coletou cerca de 6,3 toneladas de materiais reciclados - dentre eles 20% de plástico, gerando uma renda de R$ 27 mil para a cooperativa Coopercata.

“A Braskem tem o compromisso em fomentar práticas sustentáveis e geração de renda nas regiões em que está localizada. Em suas sete edições, até o momento, o Braskem Recicla mobilizou mais de um milhão de pessoas, realizou a coleta de mais de 60 toneladas de materiais recicláveis gerando R$ 153 mil em renda para as cooperativas parceiras”, salienta Ana Laura Sivieri, diretora de Marketing e Comunicação da Braskem.

*Serviço:*
Projeto Braskem recicla

Onde: Parque Celso Daniel, Av. Dom Pedro II, 940 - Jardim

Quando: de 29/04 a 05/05, das 9h às 17h

O que pode ser levado para reciclagem: plásticos, papel, papelão, óleo de cozinha, eletrônicos e eletrodomésticos, metais, vidro.

*Sobre a Braskem*

Com uma visão de futuro global, orientada para as pessoas e para a sustentabilidade, a Braskem está engajada em contribuir com a cadeia de valor para o fortalecimento da Economia Circular. Os 8 mil Integrantes da petroquímica dedicam-se diariamente para melhorar a vida das pessoas por meio de soluções sustentáveis da química e do plástico. A Braskem possui DNA inovador e um completo portfólio de resinas plásticas e produtos químicos para diversos segmentos, como embalagens alimentícias, construção civil, industrial, automotivo, agronegócio, saúde e higiene, entre outros. Com 40 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha e receita líquida de R$ 58,5 bilhões (US$ 11,3 bilhões), a companhia exporta seus produtos para Clientes em mais de 100 países.

*Sobre a SOLOS*

A SOLOS é um negócio de impacto que vem atuando para fortalecer a economia circular através da realização de projetos que incentivam o descarte sustentável das embalagens pós-consumos. Com a integração de grandes marcas, setor públicos e cooperativas de reciclagem, a empresa já destinou mais de 500 toneladas de resíduos para a cadeia da reciclagem, com geração de R$ 1 milhão para catadores e alcance de 500 mil pessoas.

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Quando a única opção é reinventar-se! O que faço?

Ilustração

Tudo na vida se resume às escolhas que fazemos. Por exemplo, com 58 anos, uma carreira sólida na área da saúde, faltando pouco tempo para aposentadoria, surgiu uma oportunidade de escolha de vida que ia contra todas as minhas circunstâncias profissionais: mudei de estado, cidade, deixei um cargo alto e muitos anos de empresa. Isto tudo no início de uma pandemia.

Escolhas mexem com você, mas também com quem está a sua volta. Muitos comentavam, “você é louca, como vai fazer?”. Naquele momento, não imaginava que encontraria dificuldade para me recolocar no mercado de trabalho. Afinal, eram quase trinta anos ininterruptos trabalhando.

Ledo engano! Enfrentei muitas tentativas frustradas, erros, ajustes, centenas de currículos enviados e muito poucas entrevistas. Cheguei a pensar que minha carreira não era tão sólida assim, mas logo vi que não era eu, mas, sim, um preconceito velado contra minha idade. Foi quando conheci o etarismo.

Quando meu perfil era aderente a vaga e chegava até a entrevista, recebia aquele comentário: “não vi aqui no seu currículo a sua idade. Qual é?” Depois da resposta, vinha a fase do silêncio total junto com a ausência de feedback e a sensação de invisibilidade. Situação rotineira e chocante!

Busquei forças e fui à luta. Enxerguei que não era somente comigo. Coloquei em prática o networking e vi excelentes profissionais vivendo e passando por momentos difíceis no desemprego, até que encontrei um caminho através de um mentoramento de coaching, divisor de águas na minha carreira.

Passei por um empoderamento de mim mesma, localizei uma capacidade escondida que colocou meu medo no lugar dele, um passo atrás do meu caminhar. Pratiquei o autoconhecimento por meio deste processo, o que propiciou fazer uma transição de carreira. Consegui me reinventar e descobri habilidades adquiridas com a experiência profissional, mas que estavam adormecidas.

Abracei a oportunidade, me encontrei para ser encontrada! Hoje, coloco em prática o que eu mais gosto de fazer: ajudar profissionais a se encontrarem e se desenvolverem através do autoconhecimento, segurança e confiança. Quando sempre buscamos nos aperfeiçoar, atingimos a excelência. Portanto, confie na sua capacidade, enfrente seus medos e faça o seu melhor.

(*) Margarete Chinaglia é Consultora e Coach de Carreira, palestrante sobre Diversidade e Inclusão Etária, Qualidade, além de ser especialista e pesquisadora sobre TDAH- Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade. Linkedin: https://www.linkedin.com/in/margarete-chinaglia/

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Joyce Nogueira - Agência Drumond - Assessoria de Comunicação 

Startup abre vagas nas áreas de Comunicação e Gestão e Finanças, as inscrições estão abertas até o dia 1 de maio

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Vagas para trabalho remoto e com assistência médica, os interessados devem enviar a candidatura pela plataforma Linkedin.

A SOLOS, startup baiana que busca promover práticas de consumo sustentáveis, está com oportunidades de emprego disponíveis em duas áreas: Marketing/Comunicação e Setor de Gestão e Finanças. As inscrições estão abertas até o próximo dia 1 de maio, através do Linkedin www.linkedin.com/jobs/view/2500122640/

Valorizando critérios de diversidade e identidade, as duas vagas são para trabalho em home office (remoto), através da prestação de serviço de pessoa jurídica. O valor de remuneração será tratado diretamente com o candidato(a), e as atividades realizadas em horário comercial (8h diárias), de segunda à sexta-feira. As vagas contam ainda com o benefício de assistência médica. 

Conheça as vagas ofertadas e os requisitos necessários:

Head de Alcance e Comunicação 

Link para inscrição: www.linkedin.com/jobs/view/2500122640/

Responsável por elaborar estratégias para marketing digital, publicidade, comunicação e criação; liderar campanhas com o objetivo de fortalecer a marca e o negócio da SOLOS; metrificar os resultados alcançados e valorizar o impacto de transformação que eles geram na sociedade.

Experiência no mercado de marketing/comunicação há, pelo menos, 3 anos.

Ter o sonho de participar ativamente da transformação socioambiental do mundo

Ser flexível, com olhar dinâmico aos ambientes e tendências de mercado

Experiência na execução de campanhas de marketing bem-sucedidas

Sólidos conhecimentos em marketing digital para Instagram e LinkedIn

Habilidades de liderança e capacidade de definir e priorizar metas

Valorizamos critérios de diversidade e identidade

Gerente Administrativo Financeiro 

Link para inscrição: https://www.linkedin.com/jobs/view/3030790243/

Responsável por realizar análises e gerar dados que apoiem na tomada de decisões estratégicas para a empresa, bem como dar suporte às demandas administrativas e de pessoal gerais.

Mais de 5 anos de experiência na área financeira;

Habilidades e experiência avançadas com planilhas, apresentações e aplicativos de software financeiro;

Ser comunicativo, trabalhar em colaboração e cooperação;

Ter o sonho de participar ativamente da transformação socioambiental do mundo;

Valorizar organização, comprometimento e ser capaz de definir e priorizar metas;

Vontade de trabalhar em um ambiente altamente dinâmico, flexível e acolhedor.

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Da Bahia para o Brasil - Handmade criativa conquista festas no país

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Originalidade, criatividade e personalização tem sido a combinação perfeita para cerimoniais e festas intimistas

Consolidada como uma referência na produção de forminhas para doces, a handmade Formiga de Papel, em atividade desde 2013, vive uma nova fase de destaque no mercado nacional, através da comercialização dos produtos para fora de Salvador. A empresária e designer baiana Julia Teixeira comemora o sucesso crescente no mercado da papelaria criativa por meio da personalização e originalidade, fatores essenciais para a decoração de cerimoniais e festas mais intimistas.

Responsável pela produção das peças personalizadas e exclusivas, Julia aponta que a busca pelas suas criações tem sido cada vez maior e o retorno ainda mais positivo. Para a empresária, a exclusividade e sucesso dos produtos em Salvador impulsionaram a procura pela Formiga de Papel em outros estados. “Acredito que a busca pelos produtos tem a ver com a falta de atração pelo que é oferecido em grande escala e uma valorização do artesanal, minucioso, exclusivo, personalizado”, explica.

Julia pontua ainda que a comercialização para fora da capital baiana é crescente e a deixa otimista. “As vendas para São Paulo, por exemplo, já ultrapassam as vendas em Salvador e é um sinal de que o mercado está aberto para novos produtos e a distância já não é mais uma barreira”, comemora. O crescimento nas vendas para outras localidades do Brasil incentiva a designer a pensar em novos horizontes e ampliação da cartela de produtos.

Atualmente, além das forminhas, Julia produz topos de bolo personalizados, item indispensável para celebrações menores, como: aniversários mensais de crianças, festas pontuais, entre outras. “Hoje em dia já ampliei o leque de produtos e além das forminhas também produzo bandeirolas decorativas, espetinhos para doces e convite virtual para comemorações mais intimistas, que são muito aceitos por clientes que se identificam com um estilo de festa mais afetiva”, acrescenta a designer.  

“Temos uma cultura calorosa e festiva e pretexto para fazer festa é o que não falta”, Julia sinaliza que, com as pessoas mais confiantes e confortáveis em voltar a promover cerimônias, a Formiga de Papel está pronta para abrilhantar as ocasiões com seu toque particular e fora do óbvio. 

O público pode entrar em contato através das redes sociais para realizar orçamentos e agendamentos. A Formiga de Papel está presente no Instagram (@formigadepapel) e no WhatsApp.

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Empresária baiana lança empreendimento e se destaca no Brasil com produtos inovadores

Julia Teixeira 

A empresa é liderada pela designer baiana Julia Teixeira e faz sucesso há 9 anos no ramo da papelaria criativa para decoração de festas_

Foi a partir de um encontro entre três amigas, que a *baiana Julia Teixeira* decidiu empreender. Ela e as colegas fazem parte de uma lista que reúne *30 milhões de mulheres brasileiras empreendedoras*, segundo dados da Global Entrepreneurship Monitor (GEM). Da abertura da *Formiga de Papel*, em 2013, para cá, o empreendimento vem crescendo, sempre prezando pela *criatividade* e a *originalidade*.

A empresa é capitaneada por Julia Teixeira que, em nove anos, *se tornou uma referência na produção de forminhas para doces*. Além disso, ela tem feito seu empreendimento ser *destaque no mercado nacional* com as criações de *produtos artesanais*, explorando os temas de forma lúdica, estilizada e inovadora.

De acordo com Julia Teixeira, o contato com o *público infantil* a motivou a escolha por este universo e, com isso, veio a definição de qual nicho atuaria. “Sempre tive a ideia de criar produtos que fugissem do óbvio, e foi aí que percebi que havia uma lacuna no mercado para este tipo de produto”, destaca.

Desde o início, um dos objetivos de Julia foi produzir algo único e especial, que unisse a criatividade com a delicadeza. “Por isso, a produção aposta em *um movimento mais desacelerado, priorizando o trabalho minucioso dos processos artesanais*”, declara.

Mas como em todo ramo, nem sempre todo processo de crescimento é fácil. A empreendedora conta que em 2016, com a crise na economia nacional, a empresa não teve fôlego e precisou dar uma pausa. Entre 2017 a 2020 o negócio contava com outra gestão, até que veio mais um baque: a *pandemia*.

“No final de 2021, eu reassumi o negócio com o propósito de dar continuidade a um projeto que, lá no início, criou um novo produto de mercado e se tornou referência de estilo, design e originalidade na *papelaria para decoração de festas*”, conta.

Para a empresária, nesse processo de crescimento e investimento de negócio é de suma importância identificar quais são as *necessidades e o que o público tem interesse*. “Desde o momento inicial da empresa, entendi que o cliente que se identifica com o estilo da Formiga de Papel possui um senso estético apurado, valoriza a arte e reconhece as especificidades dos processos *manuais e artesanais*, que fogem do óbvio”. 

Julia acrescenta que, com todo o conhecimento adquirido ao longo dos anos, a criação de *modelos exclusivos* é a materialização de sonhos, uma vez que os produtos são pensados para superar expectativas. “Eu penso em cada mãe, família, pessoas que buscam viver momentos inesquecíveis. Por isso, ofereço, além das forminhas, *produtos de papelaria criativa para festas* marcados pela originalidade, que não se limitam apenas a envolver doces, mas que oportunizam satisfação e encantamento”, ressalta Julia Teixeira.

A Formiga de Papel atualmente está presente no mundo digital, nas redes sociais e pode ser encontrada no Instagram e no WhatsApp. “O público pode entrar em contato nestas plataformas para realizar agendamentos.

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Como empreender em tempos de crise

Ilustração

Nos últimos meses, muitos empreendedores tiveram – e ainda estão tendo – que se reinventar. O momento pelo qual estamos passando é delicado. Seja pela questão de saúde ou pela economia, já não estamos mais lidando com as coisas da mesma forma. Até mesmo quem já estava com tudo programado para iniciar as atividades, teve que reduzir o passo e rever o planejamento.

Entender o momento e como a sua empresa irá passar por ele é um processo que exige dedicação e organização. Muitos micro e pequenos empresários, devem estar se perguntando: “como eu faço isso?”. Fique tranquilo, separamos algumas dicas para simplificar a sua jornada empreendedora durante esse período. 

Planejamento é a chave

Ao contrário do que muitos pensam, não é arriscado abrir um negócio em tempos de crise, desde que se tome alguns cuidados. Essas recomendações também devem ser seguidas nos tempos de calmaria e economia próspera. Entretanto, na crise, a recomendação é redobrar a cautela. 

Mesmo aquele projeto que estava guardado e sem perspectiva de seguir em frente pode “ganhar vida”, desde que seja bem planejado. E para isso, é necessário seguir alguns passos.

Em caso de novos negócios, é preciso ter em mente qual o produto ou serviço será oferecido e como ele está inserido no mercado. Pesquise sobre o segmento que atuará ouvindo outros profissionais, busque informações na internet, pergunte e se coloque no lugar do seu consumidor ideal. É importante saber o que oferecer, como oferecer e a quem oferecer.

Seja qual for a atividade, o empreendedor precisa avaliar e diagnosticar as situações em que vai vender o seu “peixe” na quantidade que precisa para obter o retorno necessário para ter lucro. A maior adversidade em tempos de crise é identificar se o produto será bem aceito por causa da instabilidade que o mercado está passando.

Da mesma forma, se você já possui um negócio e pretende expandi-lo durante o período de crise, também é preciso planejamento. Digamos que você possui uma loja de roupas e está com ela fechada ou com pouco número de visitantes, quais alternativas você consegue colocar em prática para continuar lucrando com ela? Você pode aproveitar esse momento para incentivar as compras do seus produtos online, divulgando nas redes sociais e fechando venda com ferramentas gratuitas.

Visão de mercado

A visão de mercado pode ser comparada à inteligência que o empreendedor tem de atrair clientes para concretizar as vendas. É necessário ter a capacidade de oferecer uma solução para um problema de mercado. Quanto mais inovadora e necessária ela for, melhor será o cenário para seu produto. A identificação do problema vai auxiliar na elaboração de solução (seu produto ou serviço) e na criação de ações que vão influenciar na decisão de compra do consumidor.

Ter visão de mercado, não significa necessariamente criar um novo produto. Você pode adaptar a sua empresa para passar pelo momento de crise da melhor maneira. Com soluções criativas e utilizando o que você já tem a disposição. Durante o período de quarentena por conta do Covid-19, por exemplo, os números de vendas online no Brasil cresceram. Isso fez com que muitos empresários migrassem suas operações para a web. Quem não teve medo de arriscar essa mudança, não se arrepende.

Tenha apetite de crescimento

Abrir um negócio demanda uma série de obrigações e a aceitação de um novo cenário pessoal e profissional. É preciso aceitar, entre outras coisas, que terá uma jornada maior de trabalho diárias, que terá de abrir mão de algumas atividades, ou a necessidade de fazer um “pé de meia”, entre outras peculiaridades. Além disso, é fundamental o apetite para o crescer e enfrentar riscos.

Na crise, as empresas maiores tendem a serem cobradas de forma diferente daquelas em fase inicial, já que precisam mostrar resultados. Como não há uma visão de possibilidade de crescimento a curto prazo, acabam demitindo em massa. Baseado em tempos passados, é possível determinar que a crise é passageira e que em um futuro próximo, o cenário será diferente e mais propício ao crescimento escalável.

Por essas e outras razões, o momento permite abrir um negócio, pois em quaisquer circunstâncias, um empreendimento em fase inicial passará por dificuldades para crescer rapidamente. A decisão nem sempre é fácil, mas os dados mostram que muitos projetos bem-sucedidos são iniciados. Que tal colocar aquele projeto parado para frente? Essa é a hora!

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Empreendedorismo na área de Segurança do Trabalho

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Nem todos começaram a vida profissional empreendendo. Muitas pessoas trabalharam como “funcionários” de diversas empresas antes de iniciar o próprio negócio. E como tudo na vida, há seus prós e contras. Quando se começa bem cedo, você tem um tempo maior para errar até chegar ao objetivo almejado. Porém, se você começa a vida como funcionário e só depois resolve empreender, leva consigo um caminhão de aprendizado. É possível perceber as falhas, as deficiências e as necessidades para que uma nova ideia surja. Foi assim que Clayton dos Anjos percebeu a oportunidade de empreender no setor de Segurança do Trabalho, no qual atuava há cerca de 8 anos. Conheça mais este case de sucesso.

1. Como começou a ideia de empreender?

Quando estava realizando o curso Técnico em Segurança do Trabalho e durante o período do curso e estagiei em uma Assessoria de Segurança do Trabalho por 2 anos, vendo a necessidade das empresas que precisam de Profissionais Capacitados e Treinados para resolver diversos problemas. Quando terminei o curso Prestei serviços a Procter & Gamble – PG por 3 anos Técnico em Segurança, na FM Rodrigues por 2 anos como Coordenador de Segurança Trabalho e Meio Ambiente, entre outras empresas. Sempre ficavam vendo as Assessorias prestando serviço sem qualidade. Em maio de 2013 resolvemos abrir a nossa empresa.

2. Antes de empreender você trabalhava no mesmo setor? Há quanto tempo você entrou para o mundo do empreendedorismo?

Estou na área de Segurança do Trabalho tem cerca de 10 anos, mas como empreendedor atuo há dois anos.

3. Quais as dificuldades que você percebeu inicialmente?

Busca de clientes e falta de incentivo do governo pra quem está iniciando a empresa.

4. Hoje, quais são as barreiras para o seu negócio?

Os altos impostos atingem não apenas o setor que atuo, mas todos aqueles que resolvem empreender, independente do setor. Além disso, a concorrência termina dificultando um pouco o desenvolvimento da empresa, pois parte dos concorrentes trabalham com o preço dos serviços muito abaixo do mercado.

5. Já pensou em algum momento em ter um sócio?

Já tive sócio, mas não deu certo. Hoje prefiro continuar minha jornada sem sociedade.

6. Você tem funcionários? Trabalha em parceria com alguém?

Sim. Tenho parceiro em varias regiões de São Paulo. Dependendo da demanda termino acionando esses parceiros.

7. Pensando nos concorrentes, o que faz para se diferenciar deles?

Este é um setor que peca bastante no quesito qualidade dos serviços prestados. Entendemos essa “falha” como uma oportunidade. Então, fazemos questão de entregar qualidade nos treinamentos, nos laudos produzidos e no atendimento personalizado.

8. Como você faz a divulgação da sua empresa?

Através do boca a boca, site do Sindiconet, Sebrae, Google, LinkedIn e Facebook. Além disso, entregamos panfletos em lugares estratégicos.

9. Você costuma fazer cursos ou participar de eventos da sua área?

Sim. Participo de cursos na área de segurança de trabalho e também de cursos voltados para empreendedores. Além de todo aprendizado adquirido nos cursos, esses momentos trazem boas oportunidades de trabalho, já que prestamos serviços para todos os setores do mercado. Feiras e eventos também são interessantes para nós como observadores e na captação de clientes.

10. Qual é seu objetivo como empreendedor?

Que a empresa possa se multiplicar para outros estados mantendo a qualidade de serviços e contribuir com as empresas que buscam chegar em Acidentes Zero.

11. O que espera de 2022?

Que as empresas consigam enxergar a necessidade de oferecer planos de Prevenção aos seus colaboradores, pois além de evitar danos a saúde, a prevenção coopera com as finanças da empresa – já que os gastos são maiores quando o acidente ocorre.

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Saiba mais sobre como empreender no Brasil

Empreendedorismo

As férias de verão finalmente chegaram. Que tal aproveitar o período para relaxar e, ao mesmo tempo, conhecer um pouco mais sobre empreendedorismo na forma de indicações de livros, filmes e séries. Reunimos alguns empreendedores que deixaram suas sugestões para unir diversão e conhecimento. 

Karine Santos é Graduanda em Serviço Social, Técnica em Viabilidades Econômica pela ITCP-UCSAL,  Coordenadora de Captação de recurso da Universidade da Reconstrução Ancestral Amorosa (UNIRAAM) e Fundadora da Wakanda Educação Empreendedora. Além disso, foi palestrante TedX e é participante da 5º Temporada do Shark Tank Brasil, da Sony.

Leitura : Empreendedorismo Feminino - Olhar estratégico sem romantismo. 
A deusa Monique Evelle traz nesse livro incrível seu olhar através de experiências de negócios liderados por mulheres que vão além de vivências exitosas, com um misto de falhas e empreendedorismo pé no chão, mostrando também o lado de negócios focado em resultado financeiro, observando a diversidade de olhares e tendências inovadoras que farão a pena a leitura. 

Filmes e séries: Coração de Leão - um filme disponível na Netflix que traz um lado de negócios mostrando como uma mulher consegue remodelar a estrutura de negócios de transporte do tio, utilizando de um incrível pitch. 
Sobre séries que vale a pena maratonar estão os vídeos do Shark Tank Brasil sendo uma aula a parte sobre negociação e como abordar um investidor. 

Dica para 2021: Estar ao lado de pessoas que te incentivem mas também sejam sinceras e te auxiliem a observar seus erros e crescer com eles. Aquela máxima de que você é o resultado da soma das 5 pessoas próximas. No meu caso, o "Círculo de Prata".

Gabriella Rocha, 30 anos, jornalista, pediu demissão do cargo de executiva de um fundo de investimento para empreender. Há um ano tem a sua marca própria de lingerie, a Stolli Intimates, que tem como propósito incentivar mulheres de todas as idades a se amarem do jeito que elas são. 

Leitura: Dois livros que fazem muito sentido para quem deseja ou já empreende é o Geração de Valor e A Statup de 100 dólares. O primeiro é do autor Flávio Augusto. É um livro que nos motiva a pensar fora da caixa e a não seguir o fluxo comum da sociedade. O autor costuma dizer que o Sucesso é uma ciência exata onde qualquer um pode aprender. Já o segundo, é um livro do autor Chris Guillebeau que viajou o mundo e traz relatos de vários empreendedores que começaram seus negócios com um orçamento mínimo. Ele conta que com muita dedicação e motivacao, é possível tornar real o seu negócio dos sonhos. 

Filmes e séries : Um filme que assisti recentemente e indico é: Um senhor estagiário. Filme muito pertinente para quem já empreende e quer relaxar a mente. É muito leve e divertido, que nos ensina que podemos aprender com pessoas de todas as idades e que sempre existem outras formas de se reinventar. 

Para quem gosta de história real e pensa em empreender, precisa assistir o filme Fome de poder. Ele traz detalhes da história da primeira rede de Fast Food do mundo, que é o McDonald’s. O final relata fatos que talvez seja desconhecido para muitos. E mostra como a negociação é uma arte.

Uma série bacana sobre empreendedorismo é o Girls Boss, baseada no livro de Sophia Amoruso. É uma série de uma única temporada, que aborda o universo feminino, mas pode mostrar para qualquer empreendedor o quanto é importante valorizar as suas ideias para ter novas oportunidades. 

Dica para 2021: O ano de 2020 foi um ano difícil para o mundo inteiro. Ainda estamos enfrentrando uma pandemia, o medo e a insegurança é constante para todos. Acredito que em 2021 teremos dias mais leves pois grande parte da população mudou o seu olhar. Entendo que passamos a valorizar mais os nossos bens imateriais. Então que isso perdure. Que tenhamos um cuidado especial com a nossa saúde, família e entes queridos. 

Victoriano Garrido ou Professor Garrido é especialista em Psicologia Organizacional, Formação em Human Resources pela Universidade de Nova York- Eua,  Psicoterapeuta e coordenador dos Encontros da Cultura.  Autor do Livro das Pílulas do Bem Viver. Colunista de Comportamento e Carreira da Band News FM.

Leitura:Primeiro ponto é se ele estiver interessado em ler, já é algo maravilhoso, nesses tempo de livros em baixa. Então, ele já se torna um profissional diferenciado. Aqui vai algumas dicas Os Segredos da Mente Milionária, de T. Harv Eker, que deixa claro, o quanto é importante mudarmos a nossa mentalidade. A Hora da Verdade, DE Jean Carlzon, que mostra uma nova forma de gestão empreendedora, O sempre atual OMonge e Executivo, de James Hunter.  que mostra a necessidade de humanizar as relações de trabalho e o meu livro "Pilulas do Bem Viver" que traz dicas para a vida e a carreira. 

Filmes e séries: Muito bom a opção de usar filmes e series, onde aliamos prazer e aprendizado. Indico O Estagiário, filme que fala sobre como vencer o preconceito e ver o valor das pessoas. A série La Casa de Papel, que eh uma lição de estratégia e liderança e  um.filme ótimo, sobre cultura, liderança e valores que é o Clube do Imperador.

Dica para 2021: O valor de se aproveitar a vida. Enquanto ela passa e o valor das coisas que realmente importam. Importante também, perceber a força que temos em nós para superar desafios e como termos um propósito de vida e estarmos sempre de corpo e alma, dar a vida um sabor todo especial. 

Luana Bonfim – Idealizadora da marca de adereços e roupas Preta Brasil, que possuí inspiração nas estampas e vestimentas de origem indígena e africana. 37 anos, soteropolitana, mãe, aquariana destemida, cursei arquitetura até o 5o semestre, mas percebi o quão criativa e ávida por novidades eu era. Assim, desde 2005 me dedico a empreender , conhecer novos rumos e possibilidades dentro do empreendedorismo feminino.

Leitura:  Inspiração de livro pra quem deseja empreender: Moda com Propósito de André Carvalhal, o livro mostrou uma nova forma de empreender na moda. Não dá mais para seguir as tendências ditadas, precisamos ter uma relação mais próxima com nosso produto, com nosso cliente, fazer aquela peça de roupa ter
Valor, além de preço e beleza apenas. Da escolha do tecido ao material utilizado para embalar, estamos sendo direcionados a mudar, a pensar e agir de uma nova forma.

Filmes e séries:  A Vida e a História de Madam C.J. Walker . Toda garra, dedicação e empenho dessa mulher, em fazer seu negócio dar certo, em prosperar e levar junto com ela outras tantas mulheres é inspirador! Esse filme me fez reviver um pouco da minha história quando comecei a empreender, muitos desafios, negações, mas me manter firme em meu caminho foi o que me fez crescer!

Dica para 2021:  Após quase um ano de pandemia, percebo que o mergulho dentro de Preta Brasil, que é tão intenso, precisa de momentos de descanso, de pausa e do ócio! Sempre vivi intensamente minha empresa porque amo o que faço, mas sinto a necessidade de olhar também para a mulher que faz toda essa roda girar. Acredito que olhando para mim, estando mais com os meus, eu serei mais completa na minha empresa também.

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Fonte Correio

Home office leva empresas a leiloarem itens obsoletos

Ilustração

Empresas que optaram por adotar um modelo híbrido ou totalmente remoto de trabalho estão buscando leiloeiros para vender bens que ficaram em desuso nos escritórios, de móveis a aparelhos eletrônicos. Em alguns casos, até mesmo o próprio escritório está sendo colocado à venda.    

O movimento reflete a decisão das empresas pelo regime remoto mesmo com o avanço da vacinação contra a covid-19. Executivos relatam que a decisão tem relação com questões que vão desde a melhora da qualidade de vida dos funcionários até a redução de custos operacionais, ao se manter parte da equipe em casa.

Um dos maiores fundos de pensão do País, a Petros, dos funcionários da Petrobras, realizou leilões de móveis e eletrônicos neste fim de ano, após optar por um modelo híbrido de trabalho. Foram colocados à venda itens como mesas, cadeiras e sofás, além de eletrônicos como celulares, tablets e impressoras.

"Os leilões estão em linha com a política de eficiência administrativa, de redução de custos e busca de receitas. Com isso, a Petros busca recuperar parte do investimento feito na aquisição desses bens, além de economizar com eventuais custos de armazenamento, considerando que adotamos o modelo híbrido de trabalho", disse o diretor de riscos, finanças e tecnologia da Petros, Leonardo Moraes.

Troca

A Kantar Ibope Media também decidiu manter o formato totalmente remoto para algumas áreas e adotar o modelo híbrido para outras (a maioria das pessoas ficará de dois a três dias por semana em home office). Com isso, a empresa está trocando desktops por notebooks, o que facilitaria o trabalho nessas condições.

Melissa Vogel, presidente da empresa, explica que foi implementada uma política de atualização tecnológica, incluindo estações de trabalho, mouses e "headsets" (fones de ouvido com microfones acoplados). Apesar de terem sido trocados, os equipamentos antigos estão em perfeitas condições para uso pessoal e, por isso, surgiu a ideia de leiloá-los aos funcionários.

"O objetivo não é garantir recursos para a compra de novos ativos, mas uma forma de viabilizar a aquisição desses equipamentos pelos nossos colaboradores, principalmente os de baixa renda, pois o lance inicial é de aproximadamente 20% do valor de mercado", acrescenta Melissa Vogel.

Quem dá mais

Uma das principais empresas do setor, a Sato Leilões realizou neste ano cerca de 30 leilões específicos de desativação de espaços de empresas, uma quantidade recorde. Os leilões realizados incluíram desde itens de escritório, como cadeiras e mesas de R$ 50 a R$ 200, até imóveis avaliados na casa de alguns milhões de reais.

Segundo Antonio Hissao Sato Junior, fundador da Sato Leilões, os leilões de desativação não ocorrem por falências de empresas, mas pela opção do regime de trabalho remoto. Os clientes mais frequentes são multinacionais europeias, embora também haja companhias privadas nacionais e fundos entre os clientes.

"Os funcionários dessas empresas acabam tendo espaços de coworking, para reuniões semanais. E esses espaços têm o próprio mobiliário", explica o fundador da Sato, que tem operações em São Paulo, no Rio e em Brasília. "O mercado de leilões está muito aquecido, inclusive em outros segmentos, com o mercado de carros."

Outra empresa responsável por realizar os leilões é a Superbid, sediada em São Paulo. Ana Matheus, gerente comercial do Grupo Superbid, explica que os compradores são pequenas empresas que buscam móveis e equipamentos por preços mais em conta e também pessoas físicas que desejam montar um home office.

"Vemos uma procura muito grande principalmente por cadeiras, já que todo mundo está montando um pequeno home office em casa, por estação de trabalho, aquelas com tamanho maior, pois algumas pequenas empresas estão remodelando o escritório e comprando um mobiliário menor", diz.

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Fim de ano, uma época propícia ao empreendedorismo no ramo da confeitaria

Confeitaria

A proatividade e a criatividade nunca estiveram tão em alta. O momento desafiador que o país está vivendo, fez com que o comércio se reinventasse e novos empreendedores surgissem na tentativa de encontrar novas fontes de renda.


Nesse cenário, um dos segmentos que ganhou destaque foi a confeitaria, por ser um negócio abrangente – afinal tortas, bolos e doces são itens apreciados por todos e estão presentes em várias ocasiões –, e necessitar de baixo investimento, já que a fabricação dos produtos pode acontecer em casa. Tornou-se assim uma ótima opção para aquelas pessoas que já têm habilidades culinárias e aptidão para produzir doces.

Pensando em apoiar esse público, a Camponesa, marca de lácteos da Embaré, convidou confeiteiras renomadas no mercado para dividir dicas valiosas para transformar o Natal e Réveillon em oportunidades de renda extra. Em suas lives, disponibilizadas gratuitamente em seu Instagram @leitecamponesa, a empresa abordou desde planejamento de cardápio, precificação, receitas rentáveis e avaliação de mercado.

Segundo a embaixadora da Camponesa, a confeiteira Isabela Franco, para os confeiteiros, há uma gama variada de opções para oferecer no mercado. Além de produção de sobremesas para a ceia de Natal e Réveillon, podem produzir brindes e mimos como opção de presentes de fim de ano. “A dica é apresentar sempre uma novidade, investir em decorações e sempre utilizar produtos de qualidade, para entregar um produto final que encanta o consumidor”, revela.

Também é importante investir no visual do produto. “A beleza dos alimentos não só pode atrair novos clientes, despertando seu interesse em experimentar os quitutes, como agradar também quem já é consumidor habitual e gosta de testar uma novidade para sair da rotina. Para isso, abuse dos recursos da decoração comestível, feitos para coberturas de bolos, cupcakes e doces em geral, além de apostar também nas embalagens temáticas”, acrescenta.

Outra dica que a embaixadora da Camponesa destaca é elaborar alguns produtos que são congelados e possuam uma validade maior, para que possa deixar pronto com antecedência e produzir mais próximo da data das festas. “Inclusive para atender aqueles pedidos de última hora e não perder nenhuma venda”, ressalta.

Para aumentar o fluxo de volume de vendas, é imprescindível realizar uma boa divulgação em empresas, redes sociais e utilizar o boca a boca, uma ferramenta antiga, mas que continua gerando efeitos positivos. O importante é entrar no clima da festa e chamar a atenção dos clientes.

E não para por aí, o time Camponesa também contou mais alguns segredos:

Cuide de cada detalhe e encante os clientes

Se você deseja que o seu brigadeiro nunca cristalize, o segredo está na Glucose de Milho. Para cada caixinha de Leite Condensado, use 1 colher de sopa de Glucose de Milho. Sem cheiro e sem sabor, esse ingrediente é essencial para impedir a cristalização do açúcar, além de proporcionar mais cremosidade e brilho à receita.

Diversifique seu cardápio, fazendo a releitura de receitas de sucesso

Use a mesma receita em várias versões. Afinal, reaproveitar também faz parte da rotina de produção da confeitaria. Com o brownie, por exemplo, caso não use a receita completa, explore diferentes formas para mudar a apresentação, congele para vendas posteriores, recheie com novos sabores ou até incremente outras opções de sobremesas.

Capriche na apresentação do seu produto e abuse das redes sociais para vender mais

Para vender mais: fique atento à apresentação. Aquela velha máxima “as pessoas comem com os olhos” é verdade. Capriche na foto, pense na composição de um cenário, avalie o melhor ângulo e divulgue de forma atrativa seu produto. Use a criatividade para despertar muito desejo. Divulgue em suas redes sociais: Instagram, Facebook, Whatsapp para atingir ainda mais pessoas e conquistar novos clientes.

Conheça o seu público e não copie a concorrência

Observar o mercado e entender quais produtos estão sendo ofertados é importante, mas ter a particularidade do serviço é imprescindível. Afinal, o que funciona para o concorrente, pode não funcionar para você. Então, monte o seu cardápio de acordo com a precificação e a expectativa que atende o seu público-alvo.

Aproveitando para entrar no clima e colocar os ensinamentos em prática, abaixo segue uma receita de Natal, que além de deliciosa é uma ótima opção de produto para ofertar nessa época do ano.

Receita para o Natal

Sobremesa na Taça

Para o creme:

1 xícara(chá) de Leite Origem Camponesa
50g de Leite em Pó Integral Camponesa
1 caixinha de Creme de Leite Camponesa
1 caixinha de Leite Condensado Camponesa

Para o Brownie:
200g de açúcar mascavo
200g de açúcar refinado
220g de chocolate 1/2 amargo
220g de Manteiga Sem Sal Camponesa
190g de farinha de trigo
30g de Cacau ou chocolate em pó 50%
5 ovos

Modo de preparo
Creme:

Bater todos os ingredientes no liquidificador, colocar em uma panela e mexer sem parar até ferver. Quando ferver, continuar mexendo por mais cinco minutos e desligar.

Brownie:

Derreter a manteiga em uma panela, acrescentar o chocolate e deixar reservado. Bater os ovos com os açúcares e juntar com a mistura do chocolate e manteiga. Adicionar a farinha e o cacau, misturar e colocar para assar. Cortar os pedaços e intercalar com o creme ao colocar na taça para servir. Finalizar com chantily e geleia de frutas vermelhas no topo.

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Manezinho News

Após racismo, moradora de Salvador cria sua própria marca

Foto: Najara Black

Ingressar no mercado de trabalho ficou cada vez mais difícil, fazendo com que as pessoas comecem algum tipo de negócio por necessidade de ter uma renda. O empreendedorismo tornou-se uma das grandes oportunidades de mudar a realidade de muitos moradores de periferias, que puderam se reinventar, colocando em prática suas habilidades profissionais para criar seu próprio negócio local, tornando-se um microempreendedor.

De acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o número de microempreendedores individuais (MEI) cresceu mais de18,8% na capital baiana em 2021.

Após ser vítima de racismo em uma entrevista de emprego, a moradora do bairro Luís Anselmo, em Salvador, Najara Black, de 37 anos, decidiu não trabalhar mais para ninguém e ser dona do seu próprio negócio. Depois de anos vendendo bijuteria surgiu a ideia de criar uma marca de roupas.

“Iniciei sem conhecimento de mercado, dos tecidos, de nada. No início o nome seria Najara Black, mas achei que ninguém compraria roupa com meu nome, então, resolvi abreviar para ficar NBlack. Participei de um evento chamado Beleza Black, no qual meu irmão e alguns amigos desfilaram com as peças que eu fiz e foi um sucesso. De lá para cá, a gente não parou mais”, afirma a empresária.

As peças da NBlack já foram produzidas em salas comercias, lojas físicas e até mesmo confeccionadas na residência da própria Najara, que durante a pandemia teve que se movimentar nas redes sociais para manter as vendas em alta. E, como movimentar é o verbo que rege a sua vida, em novembro de 2020, no quarto ano de parceria com o Shopping da Bahia, no projeto AfroBahia, a marca voltou para o espaço físico, de modo colaborativo.

“Sozinho a gente não faz nada e unidos somos mais fortes e dessa forma ninguém pode parar a gente”, afirma Najara Black. 

O modelo empreendedorismo colaborativo nas periferias faz com que a moeda local gire, além de oportunizar empregos para a própria população e incentivar o surgimento de novos microempreendedores, que tem aumentado gradativamente na Bahia. 

Atualmente com 16 anos no mercado, a empresária viu o esforço de um grande trabalho colaborativo se expandir cada vez mais. Hoje, a NBlack conta com três lojas colaborativas espalhadas nos shoppings da Bahia, Cajazeiras e a mais recente inaugurada no shopping Paralela, todas em Salvador, com mais de 20 marcas empreendendo juntas, sendo 99% do quadro de empreendedores composto por mulheres pretas.

“Para mim isso é bacana, a NBlack já é uma marca forte e consegue atrair um grande público para conhecer outras marcas que ainda estão chegando no mercado e durante a pandemia muita gente teve que se reinventar, criar seus negócios ou recriar e essa foi uma oportunidade de manter todo mundo em pé, firme e forte, e fortalecido, porque acredito que sozinho a gente não faz nada e unidos somos mais fortes e dessa forma ninguém pode parar a gente”, conclui a dona da NBlack.

Resiliência: Empreendendo na favela

Agnaldo Dias, de 65 anos, também morador de Salvador, do Bairro Curuzu, buscou outras formas de gerar renda após ser demitido do banco em que trabalhava como encarregado de contabilidade e encontrou no artesanato uma maneira de empreender.

“Fui apresentado ao artesanato e ao empreendedorismo quando fiquei desempregado há uns 10 anos. Depois de procurar emprego e não obter sucesso, uma colega me indicou o curso no CFA-Centro de Formação Artesanal (SESC) e, a partir daí, comecei com o artesanato”, conta.

Agnaldo produz peças utilizando como matéria-prima materiais recicláveis (papel) e, para se qualificar, aprendeu noções de administração e finanças para progredir com sua marca, a @odlangarts.

Mesmo na pandemia e com algumas restrições, Agnaldo continua produzindo no seu ateliê peças para serem comercializadas em exposições culturais, e no Stand colaborativo ARSOL, no Salvador Shopping.

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ANF

Pesquisa Game Brasil 2019 mostra quem são os jogadores que no futuro podem aquecer a indústria de Marketing e Publicidade

Divulgação

"A Pesquisa Game Brasil 2019, realizada pela ESPM, Sioux Group, Blend News Research, através do Gamelab e Go Gamers,traça o perfil demográfico e comportamental, bem como diversas particularidades sobre jogos digitais, esportes e hábitos de consumo dos jogadores, muito além dos games. 66,3% dos brasileiros tem o hábito de jogar jogos digitais, smartphone é a principal plataforma de jogos para 83% e 60,3% já ouviram falar de eSports"

Rio de Janeiro, junho de de 2019 – A Pesquisa Game Brasil (PGS) está em sua 6ª edição, trazendo o cenário atual do mercado de games com diversas abordagens dos hábitos de consumo nas principais plataformas de jogos. Realizada pelo Sioux Group, Blend News Research, ESPM, através do Gamelab e Go Gamers, a PGB conta com os esforços conjuntos de profissionais de mercado e do ambiente acadêmico. Além dos dados relacionados ao mercado brasileiro, a nova edição traz informações sobre os gamers da América Latina. Seguindo a mesma metodologia dos anos anteriores, a PGB foi realizada no mês de fevereiro e teve a participação de 5.110 pessoas, entrevistadas no Brasil em 26 estados e no Distrito Federal e no México, Argentina, Chile e Colômbia.

Perfil do Gamer Brasileiro

A pesquisa revelou que 66,3% dos brasileiros jogam jogos eletrônicos, independentemente da plataforma. “Mesmo na faixa entre os 25 e 54 anos a penetração é bastante elevada (61,9%), contrariando o senso comum de que os gamers são adolescentes. Isso faz sentido com a evolução da indústria e comércio nacional de jogos digitais, presente de modo significativo no país desde o início dos anos 1980. Em outras palavras, as crianças e adolescentes da época, que cresceram num ambiente povoado por jogos digitais e tiveram em suas memórias e hábitos de consumo registros destas experiências lúdicas, estão hoje nessa faixa etária.” afirma Lucas Pestalozzi, presidente da Blend New Research.

Como principal opção de plataforma de jogo entre os brasileiros, temos em primeiro lugar o smartphone, com 83%, seguido por videogame 48,5% e notebooks 42,6%. Quando perguntados sobre qual a plataforma de jogo preferido, os smartphones aparecem com 45,3%, seguido por videogames, com 26,5%, e computadores em terceiro lugar, com 12,8%.

Ao escolher os motivos de suas preferências, os consumidores revelam o que buscam hoje em uma plataforma de jogos digitais: 1) Praticidade (29,2%); 2) Acesso [ter sempre à mão] (28,1%); 3) Poder jogar em qualquer lugar (27,8%); 4) Ser acessível (21,0%); e 5) qualidade de imagem (17,6%). Isso mostra que a maior parte dos consumidores hoje tem preferido comodidade ao invés de qualidade estética dos jogos, reflexo da popularização dos smartphones.

Gamers – Hardcore vs Casual

Na PGB 2019, dois principais perfis de gamers foram destacados. Mauro Berimbau, professor e coordenador do Gamelab na ESPM explica a técnica: “No questionário, perguntamos se o entrevistado se considerava um gamer. Propositalmente, não definimos o significado da palavra. Nossa intenção é comparar a imagem que os entrevistados possuem em suas mentes a respeito do que é um gamer com as suas práticas de consumo de jogos, a fim de traçar um perfil mais diretamente relacionado ao hábito de consumo”.

“Comparado a mercados mais maduros, onde uma segmentação mais estratificada é necessária, no Brasil estamos em um estágio anterior. Reflexo do ecossistema e cadeia produtiva presentes no país”, complementa Mauro.

Entre as diferenças mais significativas, percebeu-se que os hardcore gamers são homens (58,9%) entre 25 e 34 anos (41,3%). Já no público casual gamer as mulheres representam a maioria com 58,8% entre 25 e 34 anos (35,9%).

A pesquisa questionou todos os entrevistados quanto a importância dos jogos digitais dentro das suas atividades de entretenimento. Entre os hardcore gamers, 79,2% disseram que o jogo digital é a sua principal forma de entretenimento, e sua preferência é pelo videogame como plataforma (41,8%).

Do ponto de vista de mercado, os hardcore gamers são uma população menor, mas muito significativa. Eles também jogam muito em smartphones, mas preferem os videogames e computadores. Jogam mais de 3 vezes por semana, com partidas que duram por volta de 3 horas, sendo comum este público comprar mais de 10 jogos ao longo do ano.

Entre as características dos casual gamers, a pesquisa mapeou que este público consome jogos principalmente nos smartphones (57,8% tem esta como plataforma preferida). Como hábito de consumo da mídia, esses jogadores jogam até 3 vezes por semana, com partidas levando de 1 a 3 horas por sessão. Enquanto compradores de jogos digitais costumam comprar 3 jogos das plataformas que gostam ao longo do ano.

Hábitos de Consumo em Games: Mobile

O mobile, majoritariamente representado pelo smartphone, mostrou-se como a principal plataforma para jogar dos brasileiros na PGB 2019. Os resultados da pesquisa apontaram que 83% dos brasileiros costumam jogar neste tipo de dispositivo, sendo que os principais motivos são: a possibilidade de jogar em qualquer lugar (31,4%), a praticidade do aparelho (31,0%), tê-lo sempre à mão (30,6%), ser acessível (21,8%) e mais fácil (16,9%).

A mobilidade do smartphone é o critério mais importante para estes jogadores. “Acreditamos que a “praticidade” e “acessibilidade” esteja relacionada com a possibilidade de jogar a qualquer instante, em qualquer lugar. Muitos jogos de smartphone possibilitam partidas curtas, onde é possível completar tarefas significativas em menos de 10 minutos de jogo – algo não muito comum dentro dos jogos de computadores e de videogames” afirma Guilherme Camargo.

Hábitos de Consumo em Games: Videogames

O público principal dos videogames são os hardcore gamers, geralmente homens de classe A ou B, representado principalmente pelo público de até 34 anos de idade. Uma parte significativa dos jogadores casuais (38,8%) costuma jogar nesta plataforma, mas preferem a mobilidade dos smartphones.

Entre aqueles que escolheram o videogame como sua plataforma favorita de jogos, os motivos que os levam a gostar dela são: melhores gráficos/imagens (35,3%), maior controle (29,8%), mais prático (25,4%) e não trava (18,2%), sendo o primeiro (qualidade gráfica dos jogos) um critério muito importante para o público hardcore.

O fator que melhor distingue o casual do hardcore gamer na plataforma dos videogames é a frequência das suas partidas, com 37,7% dos hardcore jogando todos os dias contra apenas 8,6% dos jogadores casuais com o mesmo comportamento. Há também diferença com relação aos tipos de jogos que gostam. Ainda que a preferência por jogos de ação, aventura e estratégia seja alta nos dois perfis, os jogadores casuais gostam mais de jogos de esportes (59,2%), enquanto os hardcore gamers preferem jogos de tiro (70,2%).

Hábitos de Consumo em Games: Computador

O público principal desta plataforma são homens de classe A ou B. Entre aqueles que escolheram o computador como sua plataforma favorita de jogos, os motivos que os levam a gostar são: melhores gráficos/imagens (26,0%), praticidade (24,2%), controle (20,4%) e liberdade (18,6%).

A pesquisa mostra que o uso do computador é bastante variado, sendo uma plataforma muito importante para trabalhar e estudar, principalmente. Entre os jogadores casuais, essa é a atividade mais importante que executam em suas máquinas (estudar). Os jogadores hardcore dedicam seu uso para os jogos digitais, considerando esta a atividade mais importante que fazem nos seus computadores, à frente do uso para trabalho e estudo.

Entre as categorias preferidas dos casual gamers, destacam-se os jogos de estratégia (53,1%), ação (47,9%) e aventura (46,9%), aparecendo as categorias de cartas (44,6%) e simulação (41,4%). Os hardcore gamers demonstram um gosto semelhante aos jogadores hardcore de videogame, demonstrando preferência por estratégia (76,9%), ação (74,1%) e shooters/tiro (71,9%).

eSPORTS

A PGB 2019 procurou mapear o conhecimento dos jogadores brasileiros em eSports, prática das modalidades e consumo das partidas por TV ou canais de streaming: 60,3% afirmaram conhecer a modalidade e 48,0% destes praticam.

Nesse mapeamento, ficou perceptível que o público hardcore é o segmento mais envolvido com eSports: quase 70% pratica algum título. Entre o segmento dos casual gamers, existem os menos adeptos, com apenas 31,3%.

A pesquisa mostra que 35% do público hardcore afirmou já ter jogado no modo competitivo.

Apesar do seu crescimento em consumo e em espaço na mídia, eSports ainda podem ser considerados como novidade, já que muitos jogadores brasileiros ainda desconhecem a atividade. Isso leva também a alguns choques entre práticas antigas e as novas exigências das práticas dos esportes digitais. “Os esportes tradicionais são separados por gênero, por supostas diferenças biológicas entre os participantes para fins de balanceamento competitivo das modalidades, apesar da comunidade científica não ter consenso em relação à essa razão”, explica o professor Mauro Berimbau. “Nos eSports, não há exigência física na sua prática que justifique essa diferença. A razão para isto parece ser afinidade temática com o jogo” complementa o profissional.

Em relação aos espaços de consumo, existe um claro domínio hoje do YouTube, com 60,6% do público hardcore acompanhando partidas por este canal, seguido do Facebook (38,4%), TV Paga (34,0%) e Twitch (21,2%).

Consumo dos Gamers Brasileiros

Uma característica fundamental do consumo de jogos digitais é que são poucos os jogadores que se dedicam integralmente ao jogo. A prática de consumir games está geralmente vinculada a outras atividades. As principais que acompanham o consumo de jogos digitais é assistir TV (48,3%), escutar música (41%), navegar na internet (23,5%), comer (23,5%) e beber (23,3%).

Entre os produtos consumidos nas partidas, a pesquisa revelou que os hardcore gamers costumam consumir mais alimentos do que os casuais. Em essência, estes últimos consomem geralmente 2 categorias de produto durante suas partidas, principalmente salgadinhos/ snacks (31,6%) e sucos (31,1%), enquanto os hardcore consomem de 2 a 3 categorias, principalmente refrigerante (39%), salgadinhos (38,1%) e sucos (35,7%).

Sobre os serviços de streaming de vídeo consumidos, os jogadores hardcore tendem a consumir mais do que os casuais. Enquanto 32,7% destes não assinam nenhum dos serviços, apenas 15,9% dos hardcore não consomem vídeos por streaming.

O principal campeão entre os dois perfis é a Netflix, com 60,6% dos casual gamers consumindo o serviço de streaming e 67,4% dos hardcore nesta plataforma.

Outra diferença de perfil está no consumo de streaming de música. A maior parte dos casual gamers (52,5%) não assina nenhum serviço do tipo, enquanto apenas 26,7% dos hardcore gamers não consomem streaming de música. O campeão no gosto do gamer brasileiro é o Spotify, com 32,4%, seguido pelo Deezer, com 11,4%.

Relação Pais, Filhos e Jogos

Da amostra total da pesquisa PGB 2019, os pais, independentemente de jogar games, afirmam que 84% dos seus filhos jogam e 68,2% tem o costume de jogar junto com eles. Quando consideramos apenas os pais que afirmam jogar jogos digitais, esse número sobe para 90,5% dos entrevistados. A pesquisa também revela que 83,2% dos pais gamers jogam com os filhos, tendência que já vem sendo confirmada nas últimas edições da PGB.

A pesquisa notou que o envolvimento que os pais têm com os games é diretamente proporcional à aceitação que possuem com relação ao consumo de jogos digitais de seus filhos. Quando afirmado que “deve-se evitar que as crianças joguem antes de dormir”, a maioria dos pais entrevistados concordaram totalmente com a afirmação (48,7%). Pais hardcore gamers, por sua vez, tiveram uma posição menos discrepante em relação ao assunto (42,3%). “O envolvimento dos pais com jogos digitais faz com que a sua opinião geral sobre o consumo dos jogos seja mais favorável do que daqueles pais que são menos envolvidos. Ao mesmo tempo, esse envolvimento não faz com que os pais tenham uma opinião diferente dos outros, apenas menos incisiva”, revela Matheus Marangoni, professor da ESPM.

Um ponto que voltou à discussão recente foi a violência nos jogos digitais como influência negativa para as crianças e adolescentes. A PGB 2019 notou que os pais são divididos em relação ao tema, mas que a maioria não acredita que os jogos digitais levam ao comportamento agressivo. 41,3% dos pais discordam (totalmente ou parcialmente) que os jogos digitais sejam capazes de promover esse comportamento, enquanto os pais jogadores hardcore tendem a se opor mais à essa afirmação, com 48,5% de discordância. “Isso mostra que os pais ainda estão inseguros com relação ao tema” aponta Matheus. “Muitas pesquisas científicas entendem que os jogos digitais influenciam seus jogadores, mas que a responsabilidade sobre um fenômeno comportamental não pode recair sobre uma única fonte de influência, existindo diversas outras questões contextuais do sujeito que devem ser avaliadas para chegar a alguma conclusão consistente”.

Outro assunto que deixam pais divididos, sejam eles jogadores hardcore ou não, é a influência que os jogos digitais possuem na aprendizagem de seus filhos. Mesmo entre os pais gamers, a opinião é dicotômica: 37,6% discordam (parcialmente ou totalmente) que os jogos possam atrapalhar, enquanto 41,6% concordam (total ou parcialmente). “Nossa hipótese é que os pais observam o comportamento dos seus filhos, que podem direcionar mais esforço aos jogos do que às tarefas da escola. Os jogos digitais provavelmente acabam servindo de escape para crianças e adolescentes, mascarando outros problemas sobre a falta de interesse sobre o conteúdo escolar” complementa o professor.

Perfil América Latina

O Painel LATAM da Pesquisa Game Brasil 2019 buscou traçar o perfil geral do jogador latino, estruturando-o a partir das informações coletadas. A pesquisa revelou que nos demais países (México, Argentina, Colômbia e Chile), 52,6% tem o costume de jogar jogos eletrônicos, independentemente da plataforma. Dentre os jogadores, temos um equilíbrio entre homens (50,3%) e mulheres (49,7%). “Mesmo se diferindo dos resultados que obtivemos no Brasil, esse dado ainda quebra o estereótipo sempre masculino da figura de um jogador. As mulheres representam metade do mercado da América Latina, possuindo hábitos e comportamentos próprios ao jogar” comenta Guilherme Camargo.

Em relação à idade, a pesquisa mostra que o hábito de jogar é extremamente difundido nas faixas etárias que englobam adolescentes e jovens adultos, já que 67,7% dos jogadores possuem até 34 anos. Apesar da porcentagem ser um pouco menor, quem tem entre 35 e 54 anos também ocupa uma grande parcela do público (29,2%).

Quando questionado sobre as plataformas em que os jogadores estão habituados a jogar, o smartphone se consagrou o grande campeão (81%), por uma margem de diferença bastante expressiva quando comparada às alternativas. O computador, por exemplo, detentor do segundo lugar entre as plataformas que estão mais inseridas nos hábitos de consumo dos jogadores, obteve 33,6% das respostas seguido pelo videogame (33,3%) e o tablet (19,8%).

Sobre a PGB (Pesquisa Game Brasil)

A Pesquisa Game Brasil está em sua 6ª edição, trazendo o cenário atual do mercado de games com diversas abordagens dos hábitos de consumo nas principais plataformas de jogos. A pesquisa evoluiu e conta com uma versão gratuita, com os resultados principais, e uma versão premium, com análises cruzadas e aprofundadas para a geração de insights. Realizada pelo Sioux Group, Blend New Research, ESPM através do Gamelab e Go Gamers.

Sobre o Sioux Group

“Para nós, interação não é só apertar um botão. É criar conexões entre pessoas e marcas, divertir, educar, simplificar tarefas através da tecnologia.”

Fundada em 2001, a Sioux, agência de tecnologia interativa, reposiciona-se criando um grupo de empresas focadas na prestação de serviços e desenvolvimento de produtos próprios. O objetivo do grupo é criar conexões entre pessoas e marcas, divertir, educar e simplificar tarefas através da tecnologia. A operação de empresas independentes garante maior especialização e flexibilidade para novos negócios nos segmentos em que atuam.

Sobre a Blend New Research

A Blend New Research é uma empresa de pesquisa de mercado inovadora, ligada à HSR, que usa a senioridade da equipe de profissionais, aliada às técnicas avançadas de pesquisa, para alavancar os negócios dos clientes. Presidida por Lucas Pestalozzi, a Blend atua firmemente com a customização de projetos, adaptando equipe, recursos e estrutura de acordo com as demandas de cada conta.

A meta é “misturar” o conhecimento de ambos os lados para maximizar as oportunidades de crescimento. Seu diferencial está em fazer uso das tecnologias de ponta, traduzindo-as em plataformas e adicionando inteligência para que efetivamente possam ser aplicáveis. Com essa atuação, tornou-se pioneira no uso de FR para análise de emoções; no desenvolvimento de comunidades online exclusivas; e na integração de mobile research ao CAWI e CATI.

Go Gamers

Projeto liderado pelo Sioux Group em parceria com professores da ESPM, tem como missão difundir o conhecimento do universo dos games por meio de uma abordagem diferenciada, não como forma de entretenimento, mas com um olhar de pessoas que vivenciam os games como negócio e estudam a sua aplicação no cotidiano.

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Fonte Empreende