Lully FM - La Profundidade 88.1 - Portal Lully FM - La Profundidade 88.1: Portal - All Post
Mostrando postagens com marcador Portal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Portal. Mostrar todas as postagens

Poluição do vulcão de Tonga ‘viaja’ até o Rio e muda cor do céu

Foto: Elisa Soupin/Arquivo pessoal

Quem acorda cedo percebeu que, esta semana, o amanhecer no Rio está diferente. O crepúsculo ganhou um tom rosado-arroxeado que rendeu belas imagens.

A cor vibrante no céu nada tem a ver com as temperaturas altas da semana — nesta quinta-feira (27), a máxima bateu 40°C na Barra da Tijuca. A culpa é do vulcão de To  ga.

A erupção, no último dia 15, cuja força superou a de uma bomba atômica e detonou um tsunami devastador (veja mais sobre a tragédia abaixo), também mexeu com o céu. A fumaça expelida pelo cone submarino “viajou” pelo Pacífico Sul e, 13 mil quilômetros depois, chegou aos ares cariocas. 

Foto: Marcello Cavalcanti 

As partículas do vulcão de Tonga, quando iluminadas pelo sol, acabam “tingindo” o céu. No amanhecer e no entardecer, quando o astro-rei está baixo, surgem esses tons.

O fenômeno continuará por mais alguns dias, segundo a Climatempo.

Tonga devastada

A erupção foi devastadora para Tonga. Pelo menos três pessoas morreram. 

Tsunami atingiu o arquipélago de Tonga

Ondas gigantescas, de até 15 metros, atingiram o arquipélago, invadindo casas na capital Nuku’alofa e destruindo povoados inteiros.

Um cabo óptico também foi rompido, cortando as comunicações do país

A erupção foi dentro do mar, em uma caldeira submarina de 5 quilômetros de largura. Foi tudo tão rápido que não deu tempo de o vapor esfriar a lava. O magma quente entrou em contato direto com a água fria, criando explosões de velocidade supersônica, gerando um estrondo ouvido até no Alasca.

A fumaça do vulcão chegou até a estratosfera. Os especialistas disseram que as cinzas e os gases vão continuar circulando por semanas — possivelmente até meses. Tem tanta partícula nos oceanos que o mar está mais escuro, o que vai atrapalhar a pesca em Tonga.

Vulcão submarino em Tonga

Baixe nosso App na Play Store, siga-nos em nossas redes sociais, Facebook, Instagram e Twitter. Venha fazer parte da família Lully FM! 

Fonte g1

Rio registra 48 graus em dia de praias cheias

Foto: Márcia Foletto/Agência O Globo

Nem a ventania que deu bom dia aos cariocas nesta quinta-feira espantou o calorão, que bateu o recorde de 40 graus na cidade do Rio. Já a sensação térmica ficou em 48 graus, segundo o Alerta Rio. A temperatura foi registrada na estação da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, por volta das 13h30.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorlogia (Inmet), os ventos de mais cedo anunciavam a chegada de uma frente fria para o estado — que não será tão fria assim, mas que provocará uma leve queda na temperatura, com possibilidade de chuva para os próximos dias.

Baixe nosso App na Play Store, siga-nos em nossas redes sociais, Facebook, Instagram e Twitter. Venha fazer parte da família Lully FM!

Fonte Jornal O Globo 

Cirurgias robóticas beneficiam crianças na Bahia

Divulgação

Especialista aponta tendência de crescimento da modalidade cirúrgica na pediatria

Entre os mais de 500 pacientes do Instituto Baiano de Cirurgia Robótica (IBCR) submetidos ao tratamento minimamente invasivo auxiliado por robô em Salvador, 20 são crianças que se beneficiaram dos diferenciais da modalidade cirúrgica, tais como menor risco de sangramento, infecção e dor; recuperação mais rápida e menor tempo de internação. Como a tecnologia representa um dos maiores avanços da medicina contemporânea, muitos pais têm buscado informações sobre a cirurgia robótica, atualmente realizada em três grandes hospitais da capital baiana. A tendência natural, acreditam especialistas, é que na pediatria, como já acontece entre os adultos, a técnica robótica seja utilizada com frequência cada vez maior.

Um dos pequenos pacientes submetidos à cirurgia robô-assistida em Salvador foi Cauã Calasans (4), que precisou ser operado durante tratamento de uma anomalia congênita chamada de hidronefrose neonatal. A administradora Mariana Calasans (36), sua mãe, descobriu a doença antes mesmo do nascimento de Cauã. A pediatra consultada após o parto acreditava que a doença poderia regredir naturalmente após o nascimento, mas quando o menino completou três anos de idade, uma ultrassonografia de rotina revelou que a dilatação dos seus rins tinha evoluído do grau um para o três. Após consulta com urologista pediátrico e realização de diversos exames, o especialista explicou que uma cirurgia seria necessária. 

Ao se informar sobre os diferenciais da cirurgia robótica, a família de Cauã optou pelo procedimento, que durou cerca de uma hora. O menino teve alta no dia seguinte. Segundo o urologista pediátrico diretor do núcleo de urologia do IBCR, Leonardo Calazans, quando os pais ficam sabendo das vantagens que a cirurgia robótica pode proporcionar aos filhos que precisam ser operados, acabam optando pela modalidade cirúrgica minimamente invasiva. “O avanço exponencial da tecnologia no mundo inteiro, acompanhado no Brasil e na Bahia, sem dúvida alguma incluirá a pediatria”, declarou o cirurgião.

O especialista disse, ainda, que a velocidade com que a técnica robótica tem evoluído “assusta” até os profissionais mais atualizados e experientes. “Não tenho dúvida de que a cirurgia pediátrica por via robótica se tornará uma realidade cada vez mais factível em todos os lugares onde a plataforma robótica estiver disponível”, frisou. A expectativa dos cirurgiões do Instituto Baiano de Cirurgia Robótica (IBCR) é que a tecnologia se expanda cada vez mais no estado da Bahia. 

Para ampliar o conhecimento sobre a tecnologia e torná-la acessível ao maior número possível de pacientes, o IBCR oferece proctorias voltadas para a qualificação, orientação e suporte de médicos interessados em operar com o auxílio do robô. A ferramenta tecnológica, utilizada principalmente no tratamento de diversos tipos de câncer, funciona através de um console, espécie de joystick com uma série de recursos que incluem a visão tridimensional (3D) e mais nítida, ampliada em 10 vezes quando comparada à cirurgia convencional aberta. Outro diferencial da cirurgia robótica é o filtro de tremor das mãos do cirurgião, responsável pela maior precisão durante o procedimento. Outras informações estão disponíveis no site www.ibcr.com.br.
Assessoria de Comunicação: 
Cinthya Brandão (71) 9964-5552

Baixe nosso App na Play Store, siga-nos em nossas redes sociais, Facebook, Instagram e Twitter. Venha fazer parte da família Lully FM!

Objeto encontrado na Via Láctea é diferente de tudo que já foi visto

Via Láctea 

Cientistas australianos 
divulgaram a descoberta de um objeto na Via Láctea que libera uma enorme quantidade de radiação eletromagnética que ruza nossa linha de visão na Terra três vezes por hora, algo que alegam ser "diferente de tudo que já foi visto" até o momento na astronomia.

A descoberta foi realizada pelo estudante da Universidade de Curtin, Tyrone O'Doherty, em uma região no interior da Austrália Ocidental conhecida como Murchison Widefield Array. Durante a observação, ele usou um telescópio e uma nova técnica que havia desenvolvido.

O'Doherty faz parte da equipe do Centro Internacional de Pesquisa em Radioastronomia (ICRAR), liderada pela astrofísica Natasha Hurley-Walker, que explica que objetos que parecem "ligar e desligar" no céu não são novidade para os astrônomos — que o classificam como "transitórios" —, mas um objeto que fica "ligado" por um minuto inteiro é algo inusitado.

"Ficava aparecendo e desaparecendo ao longo de algumas horas durante nossas observações. Isso foi completamente inesperado. Foi até assustador, porque não há nada conhecido no céu que faça isso", ressaltou em comunicado divulgado pelo centro de pesquisa.

Por meio da análise de dados, foi possível estimar que o objeto está a cerca de quatro mil anos-luz da Terra e possui um campo magnético extremamente forte. Os cientistas acreditam que ele pode ser uma estrela de nêutrons ou uma anã branca — termo usado para os resquícios de uma estrela colapsada. Após a descoberta inicial, pretendem aprofundar os estudos sobre o tema.

"Novas pesquisas poderão apontar se este foi um evento único e raro ou uma vasta nova população que nunca havíamos notado antes. Estou ansioso para entender esse objeto e, em seguida, estender a busca para encontrar mais como esse ", ressaltou Hurley-Walker.

Baixe nosso App na Play Store, siga-nos em nossas redes sociais, Facebook, Instagram e Twitter. Venha fazer parte da família Lully FM!

Fonte Jornal O Globo 

São Paulo completa 468 anos

Parabéns São Paulo pelos 468 anos de história

Parabéns a São Paulo pelos seus 468 anos! 

Falamos com o gigantismo dessa metrópole, que mais parece um mundo pela sua grandiosidade, pela genialidade que tem o seu povo em arquitetar cada centímetro que moldam uma das maiores cidades do planeta. São 12 milhões de brasileiros que prosperam, fazem de cada gota de suor, pingos de fartura e crescimento em qualquer área que por lá é moldada. 

A Lully FM tem em São Paulo milhares de ouvintes, que nos conectam de várias formas e nos dão o prestígio da sua audiência diariamente. 

Obrigados ao povo paulistano, obrigado São Paulo. São os votos da família Lully FM a cidade que nunca dorme e dá exemplo a todo Brasil de como ser feliz e gigante sem nunca apagar as luzes! 

"Alguma coisa acontece no meu coração, quando eu cruzo a Ipiranga e a Avenida São João..."

Baixe nosso App na Play Store, siga-nos em nossas redes sociais, Facebook, Instagram e Twitter. Venha fazer parte da família Lully FM!

Geleira na Antártida está derretendo e pode causar o "Juízo Final"

Antártida

A “Geleira do Juízo Final”, na Antártida, pode descongelar em questão de décadas — ou séculos — e liberar água suficiente para elevar o nível dos oceanos em vários metros. Para estimar como a Geleira Thwaites enfrenta o aquecimento global, um estudo liderado pela Universidade de Nova York busca entender de seu real estado.

Pesquisas anteriores já apontavam que a Geleira Thwaites, localizada na Antártida Ocidental, pode estrar atravessando seu ponto de inflexão. Isso significa que seu derretimento tende a aumentar cada vez mais sem qualquer chance de reverter este quadro.

O cientista atmosférico David Holland, líder do da pesquisa, disse que a geleira pode derreter em questão de décadas ou séculos, “e a única maneira de realmente saber isso é através desta pesquisa”, acrescentou. Ele e sua equipe agora viajam a bordo de uma navio quebra-gelo para obter essa resposta.

Segundo Holland, a pesquisa se concentrará em obter uma compreensão mais aprofundada da geleira para, assim, avaliar o ritmo de seu derretimento e o impacto disso nos oceanos — em específico, o que está acontecendo próximo à linha de aterramento, onde o gelo glacial encontra o fundo do mar.

Geleira do Juízo Final

O trabalho de investigação consistirá em perfurar o gelo com água quente para analisar as condições abaixo da geleira. Além disso, os cientistas e engenheiros da equipe utilizarão pequenos submarinos não tripulados para obter leitura como temperatura, salinidade e correntes.

A temperatura das águas abaixo da geleira é um dos dados mais importantes a se obter, pois, se estiver acima de 0 °C, o derretimento dela será cada vez mais veloz. Ainda, o bloco de gelo pode se fragmentar em pedaços menores, que serão conduzidos ao mar aberto — e aqui o caminho é sem volta.

Um estudo recente constatou que o enorme iceberg A-68A, que se desprendeu da plataforma de gelo Larsen-C, na Antártida, em 2017, já liberou 152 bilhões de toneladas de água doce no mar local.

O derretimento desses blocos de gelo não apenas ameaça cidades costeiras à medida que o nível do mar global sobe, mas desde já impacta a vida local. Por isso, entender como esse processo está acontecendo é fundamental para preservar esse gelo tão importante para o clima da Terra.

British Antarctic Survey/ESA

Baixe nosso App na Play Store, siga-nos em nossas redes sociais, Facebook, Instagram e Twitter. Venha fazer parte da família Lully FM!

Fonte CanalTech

A bioluminescência no mar gaúcho

Foto: Sérgio Ordobás

A noite de terça-feira (18) foi iluminada na praia de Capão da Canoa, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul. Contudo, engana-se quem pensa que a luz era do luar ou de algum evento à beira-mar. O espetáculo foi proporcionado por pequeno seres vivos marinhos, num fenômeno conhecido como bioluminescência. 

As imagens foram registradas pelo fotógrafo Sérgio Ordobás, que vive no município de 55 mil habitantes a 142 km de Porto Alegre. Foi a primeira vez que o profissional flagrou o fenômeno. 

"Muito complicado, ambiente escuro e em movimento não é fácil, mas não poderia deixar de ver e fazer alguns 'registros'. Não são fotos como eu gostaria de ter feito, mas fica como registro deste fenômeno muito legal", diz. 

A bióloga marinha Elisabeth Cabral, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), explica que a bioluminescência é uma característica presente em diversos animais, com vaga-lumes e cogumelos. No caso específico, houve atividade de plânctons dinoflagelados. 

"É um processo que emite uma luz através de uma reação química, que vai ter várias funções. Alguns organismos utilizam para comunicação, outros para evitar predadores, outros para atrair presas ou parceiros sexuais", detalha. 

Conforme a professora, os plânctons estão presentes em toda a costa brasileira. As condições mais propícias para as florações bioluminescentes são águas mais quentes e calmas. 
"Para a gente ter aquela vista bonita, em que a gente tem as águas brilhando, eles vão ter que estar em grande quantidade", comenta. 
Os plânctons não são tóxicos e não oferecem riscos para os banhistas, explica Elisabeth Cabral. A poluição e as chuvas carregam mais nutrientes para a costa, aumentando a população desses seres vivos. 

No dia, os seres podem ser vistos, mas sem a iluminação. A aparência dos dinoflagelados em ambientes claros é avermelhada. 

Baixe nosso App na Play Store, siga-nos em nossas redes sociais, Facebook, Instagram e Twitter. Venha fazer parte da família Lully FM!

Fonte g1